- O representante John Garamendi (D-CA), membro do Comitê de Serviços Armados da Câmara, disse que não aprova um orçamento de defesa de 1,5 trilhão sem justificativa clara.
- Ele afirma que a guerra com o Irã mostrou que Teerã tem grande alavancagem sobre o estreito de Hormuz e que qualquer acordo deve, no mínimo, restabelecer o transporte aberto de petróleo e reiniciar as negociações nucleares.
- Garamendi sustenta que o Congresso precisa reafirmar seus poderes de guerra, acreditando que o presidente Trump está “claramente fora dos limites constitucionais”.
- O congressista mencionou ainda a antecipação, pela FCC, da expiração das licenças das estações da ABC.
- Garamendi falou sobre o tema com Kailey Leinz e Joe Mathieu no programa Balance of Power, da Bloomberg.
Garamendi, representante democrata da Califórnia, afirmou que não apoiará um orçamento de defesa de 1,5 trilhão de dólares ou novos recursos acima do que já está previsto sem justificativa clara. A posição é defendida dentro do contexto do Comitê de Serviços Armados da Câmara.
Ele sustentou que o conflito com o Irã evidenciou a considerável influência de Teerã sobre o estreito de Hormuz e que qualquer acordo deve, no mínimo, restabelecer o livre transporte de petróleo e reativar as negociações nucleares. A leitura é de que a pressão regional exige acordos com objetivos verificáveis.
O congressista também defende que o Congresso reforce seus poderes de declaração de guerra, citando o atual presidente sob a avaliação de estar fora dos limites constitucionais. Paralelamente, comentou sobre a decisão da FCC de antecipar a expiração de licenças de emissoras da ABC.
Defesa, poder de guerra e agenda legislativa
Garamendi participou da entrevista no programa Balance of Power da Bloomberg, com Kailey Leinz e Joe Mathieu, para discutir o tema de orçamento de defesa, política externa e regulação de mídia. O foco foi manter o escrutínio parlamentar sobre gastos e ações internacionais.
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