- Direitos de adaptação do livro Main Basse Sur le Louvre foram vendidos para cinema e televisão; a Iconoclast ficará responsável pelo filme, dirigido por Romain Gavras, e uma produtora britânica desenvolve a série documental.
- O roubo ocorreu na manhã de 19 de outubro de 2025, na Galeria de Apolo do Louvre, cerca de meia hora após a abertura ao público.
- Ao todo, oito joias históricas foram roubadas, ligadas ao período napoleônico e à imperatriz Eugênia; a coroa da imperatriz foi abandonada durante a fuga e encontrada danificada.
- A peça principal, a coroa da imperatriz, tem 1.354 diamantes e 56 esmeraldas e o conjunto foi avaliado em cerca de 88 milhões de euros.
- O caso levou à substituição da presidente do Louvre, Laurence des Cars; sete suspeitos foram presos, e as joias continuam desaparecidas.
O roubo ao Louvre, ocorrido em outubro de 2025, ganhará adaptações para o cinema e a TV. A editora francesa Flammarion vendeu os direitos do livro Main Basse Sur le Louvre, dos jornalistas Jean Michel Décugis, Jérémie Pham Lê e Nicolas Torrent. A produção cinematográfica ficará a cargo da Iconoclast, com direção de Romain Gavras. Uma produtora britânica garantiu os direitos para desenvolver uma série documental sobre o caso. Não há previsão de estreia nem detalhes de elenco.
O assalto ocorreu na manhã de 19 de outubro de 2025, na Galeria de Apolo do Louvre, pouco após a abertura ao público. O objetivo eram as joias da Coroa Francesa, estimadas em 88 milhões de euros, hoje aproximadamente 516 milhões de reais.
Ao todo, oito peças históricas foram roubadas, incluindo itens ligados ao período napoleônico e à imperatriz Eugênia, esposa de Napoleão III. A coroa da imperatriz foi abandonada durante a fuga e encontrada danificada nas ruas de Paris. A ministra da Cultura da França, Rachida Dati, confirmou o valor e a natureza das peças.
O caso provocou grande repercussão na França e levou à saída da então presidente do Louvre, Laurence Des Cars. Quinze dias após o crime, sete suspeitos haviam sido presos. As joias roubadas permanecem desaparecidas, segundo autoridades.
Sobre o livro
Os autores descrevem os chamados “ladrões de domingo” e explicam como o grupo conseguiu ingressar na galeria napoleônica, descrevendo o planejamento e a execução do crime.
O roubo e o impacto
A obra analisa o efeito do roubo no mercado internacional de obras de arte, sugerindo uma ligação entre o crime organizado e o mercado de antiguidades. Os jornalistas afirmam que o episódio evidencia uma nova dinâmica criminosa no setor.
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