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América do Sul assina acordo para combater o crime organizado

Países sul-americanos assinam Compromisso de Santiago para enfrentar o crime organizado transnacional, com avaliação em 180 dias e participação na Organização dos Estados Americanos

Autoridades da Argentina, Bolívia, Chile, Equador e Peru durante uma reunião regional contra o crime organizado em Santiago, Chile, nesta quinta-feira (28)
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  • Cinco países da região — Argentina, Bolívia, Chile, Equador e Peru — realizaram uma cúpula de segurança em Santiago, nesta quinta-feira (28).
  • Ao final, assinaram o Compromisso Regional de Santiago contra o Crime Organizado Transnacional, que prevê um plano de ação conjunto para enfrentar o crime.
  • Os signatários foram os ministros das Relações Exteriores: Argentina, Pablo Quirno; Bolívia, Fernando Aramayo; Peru, Carlos Pareja; Equador, Gabriela Sommerfeld; além de autoridades chilenas.
  • O acordo também prevê novo encontro em 180 dias para avaliar o progresso e a divulgação dos resultados na próxima Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos.
  • O contexto regional aponta ações diversas contra criminosos transnacionais, com operações conjuntas entre Equador e Estados Unidos, além de acordos semelhantes já firmados pela Argentina com Washington.

O que aconteceu

Cinco países sul-americanos participaram de uma cúpula de segurança em Santiago, na quinta-feira (28). Ministros das Relações Exteriores e altos funcionários de Argentina, Bolívia, Chile, Equador e Peru reuniram-se para coordenar medidas de combate ao crime organizado transnacional, à migração irregular e ao narcotráfico. Ao final, foi assinado o Compromisso Regional de Santiago contra o Crime Organizado Transnacional.

Quem está envolvido e onde

Os signatários foram os ministros da Argentina (Pablo Quirno), Bolívia (Fernando Aramayo), Peru (Carlos Pareja) e Equador (Gabriela Sommerfeld), além de autoridades chilenas. O encontro ocorreu em Santiago, capital chilena, com participação do presidente chileno na sessão plenária.

Quando e por quê

A reunião ocorreu em 28 de outubro, com a intenção de estabelecer um plano de ação conjunto frente a ameaças transnacionais. Os signatários destacaram a necessidade de cooperação política e compartilhamento de informações para complementar esforços nacionais.

Desdobramentos e próximos passos

O acordo prevê um calendário de ações conjuntas e avaliação em 180 dias. Os resultados serão apresentados na próxima Assembleia Geral da OEA para convidar mais países a aderirem à iniciativa regional.

Contexto regional e informações complementares

Segundo autoridades chilenas, a criminalidade tem impactado governança e segurança pública, reforçando a urgência de cooperação. Em Peru e Equador, houve destaque para operações conjuntas contra redes criminosas e designação de grupos como terroristas. A Argentina já firmou acordos semelhantes com Washington.

Pontos adicionais

O encontro ocorre em meio a críticas ao governo chileno pela ausência de um plano de segurança concreto, atributo de campanhas eleitorais. O atual ministro da Segurança do Chile defendeu a continuidade da política pública existente, vigente por seis anos, como base para futuras ações.

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