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Celso Amorim defende papel do Brasil no diálogo global em Moscou

Celso Amorim defende papel do Brasil no diálogo global em Fórum de Segurança em Moscou; encontros com Lavrov e Ushakov reiteram atuação diplomática brasileira

Celso Amorim, assessor internacional do presidente Lula (PT) — Foto: Ruy Baron/Valor
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  • Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores, defendeu o papel do Brasil no diálogo global durante o Fórum Internacional de Segurança em Moscou.
  • O evento reuniu representantes de mais de cento países para discutir paz, estabilidade e segurança internacional.
  • À margem da conferência, Amorim manteve reuniões bilaterais com Yuri Ushakov, assessor de política externa de Vladimir Putin, e com Sergey Lavrov, ministro das Relações Exteriores da Rússia.
  • Também houve encontro com Gabriel Lüchinger, conselheiro de Segurança Nacional da Suíça, para tratar de prevenção de conflitos e cooperação em temas de segurança.
  • O Itamaraty não se manifestou sobre o anúncio dos EUA de classificar como organização terrorista as facções Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho CV.

Em Moscou, o ministro Celso Amorim defendeu o papel do Brasil na promoção do diálogo e da cooperação internacional durante o Fórum Internacional de Segurança. O objetivo é buscar soluções negociadas para desafios globais contemporâneos.

À margem do evento, Amorim manteve encontros bilaterais com autoridades russas. Entre eles estavam Yuri Ushakov, assessor do presidente Vladimir Putin para assuntos de política externa, e Sergey Lavrov, ministro dos Negócios Estrangeiros.

Outras reuniões ocorreram com o conselheiro de Segurança Nacional da Suíça, Gabriel Lüchinger, para tratar de prevenção de conflitos e cooperação em temas de segurança internacional. Os encontros tiveram como foco a estabilidade global e a solução pacífica de controvérsias.

O Itamaraty não respondeu a um anúncio dos Estados Unidos, que classificaram como organização terrorista as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV). A comunicação oficial sobre o tema ainda não foi divulgada pelo governo brasileiro.

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