- EUA realizaram novos ataques no Irã, atingindo uma instalação militar e derrubando quatro drones de ataque iranianos perto do estreito de Hormuz; uma estação de controle em Bandar Abbas foi atingida quando prestava lançar o quinto drone.
- autoridades dos EUA afirmam que as ações foram defensivas e visaram manter o cessar-fogo, embora não possam comentar publicamente.
- O Irã teria feito disparos contra quatro navios tentando atravessar o estreito; a IRIB informou o incidente por volta das 0h35 local, sem detalhes adicionais.
- Na região, Israel intensificou ataques na parte sul do Líbano, com avanços militares e confrontos com o Hezbollah, enquanto as negociações de cessar-fogo entre EUA e Irã permanecem tensas.
- O ex-presidente Donald Trump fez críticas a Irã, Omã e ao estreito de Hormuz, sugerindo que “conclui o trabalho” caso não haja acordo; a situação diplomática continua instável.
O Departamento de Defesa dos EUA informou que novas ações foram realizadas contra um alvo militar no Irã e que quatro drones de ataque iranianos foram derrubados nas imediações do estreito de Hormuz. As ações foram descritas como defensivas e parte de um esforço para manter o cessar-fogo, segundo autoridades não autorizadas a falar publicamente.
Um posto de controle terrestre no Bandar Abbas, no Irã, que estava prestes a lançar um quinto drone, foi atingido, disseram as autoridades. Os ataques ocorreram em meio a confrontos com forças iranianas que teriam alvejado quatro navios que tentavam atravessar o estreito, conforme a telejornal estatal IRIB.
Esses fatos se somam a declarações duras de Donald Trump sobre o Irã, Omã e o estreito de Hormuz, destacando a distância entre EUA e Irã nas negociações de fim de conflito. O tom recai sobre o risco de escalada regional, conforme o panorama se mantém tenso no Golfo.
Na As Suíras de Israel, o conflito no Líbano ganhou intensidade. O Exército de Israel lançou ataques amplos e declarou o sul do país como nova área de combate, ampliando operações já em curso. Entidades pró-iranianas no Líbano passaram a defender ações mais firmes contra Israel.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a operação militar no Líbano se aprofundou e que o país continua a agir para conter o que chama de agressões. Em resposta, o Hezbollah relatou combates de curta distância com as forças israelenses em cidades ao sul.
A ofensiva israelense provocou evacuações em Tyre e áreas vizinhas, com o Exército reforçando avisos à população. Dados oficiais apontam que, desde 2 de março, mais de 1,2 milhão de pessoas foram deslocadas no Líbano, e o país registra mais de 3.200 mortos conforme o Ministério da Saúde.
O conflito permanece sob risco de ampliar-se, mesmo com um cessar-fogo mediado pelos EUA que completa meses de tentativa de implementação. Organizações internacionais indicam que centenas de civis já foram afetados, com impactos humanitários graves no Líbano.
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