- O vice‑secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, afirmou que o governo de Donald Trump está comprometido em combater e destruir as facções brasileiras PCC e CV.
- As facções devem ser classificadas como organizações terroristas internacionais pelo governo americano no dia cinco de junho.
- Rubio anunciou a classificação das facções como terroristas, compartilhando a notícia em redes sociais, após reunião com Flávio Bolsonaro na Casa Branca.
- Flávio Bolsonaro informou que a reunião ocorreu logo após encontro dele com Trump, onde apresentou o pedido de classificação.
- O Departamento de Estado informou que PCC e CV movem milhares de integrantes, promovem ataques e têm redes que se estendem para além do Brasil, incluindo outros países da região e os Estados Unidos.
O governo dos Estados Unidos comprometeu-se a combater e destruir o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), que devem ser classificados como organizações terroristas internacionais no próximo dia 5 de junho. A afirmação foi feita pelo vice-secretário de Estado, Christopher Landau, que afirmou que as facções representam uma grave ameaça à segurança no Brasil e para a região do Hemisfério Ocidental, incluindo os Estados Unidos.
A declaração ocorre após Costações diplomáticas em Washington. Landau adotou tom cooperativo ao compartilhar publicação em que o secretário de Estado, Marco Rubio, anunciava a provável classificação. O anúncio foi precedido por encontros entre o senador Flávio Bolsonaro e autoridades dos EUA, incluindo Landau, além de uma reunião de Bolsonaro com o presidente Donald Trump no Salão Oval.
Segundo o Departamento de Estado, o PCC e o CV contam com milhares de integrantes, organizaram ataques a policiais, autoridades públicas e civis no Brasil, e possuem redes que atuam além das fronteiras nacionais, alcançando outros países da região e os EUA. Rubio afirmou que o governo dos EUA manterá todas as ferramentas disponíveis para proteger a segurança nacional e cortar financiamentos destinados às organizações.
Contexto e desdobramentos
Flávio Bolsonaro destacou, em publicação nas redes sociais, que a atuação das facções é relevante para a segurança brasileira e que a cooperação com os EUA pode ampliar o combate a esse universo criminoso. O senador ressalta ganhos da viagem e das reuniões no fortalecimento de parcerias de segurança entre Brasil e Estados Unidos. O governo americano aponta que o objetivo é limitar a capacidade operacional, financeira e logística dessas organizações.
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