- O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou que classificará o PCC e o CV como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs), com inclusão oficial prevista para 5 de junho.
- A medida faz parte da estratégia de endurecimento do combate ao crime organizado transnacional e ao narcotráfico.
- O senador Flávio Bolsonaro afirmou ter pedido pessoalmente ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que as facções brasileiras fossem classificadas como terroristas, em reunião no Salão Oval da Casa Branca.
- O jornalista Paulo Figueiredo comemorou a articulação feita por Flávio Bolsonaro, conforme publicou nas redes sociais.
- O governo americano disse que as redes das facções vão além das fronteiras do Brasil e afetam a segurança dos Estados Unidos.
Ontem e hoje, a imprensa destacou a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o PCC e o CV como organizações terroristas estrangeiras, após articulação do senador Flávio Bolsonaro junto à administração americana. A movimentação ocorre em meio a acusações de violência e atuação transnacional das facções.
Na prática, o Departamento de Estado confirmou que incluirá o PCC e o CV na lista de Organizações Terroristas Estrangeiras, com lançamento oficial na próxima sexta-feira, dia 5 de junho. A medida visa endurecer o combate ao crime organizado transnacional e ampliar sanções.
O anúncio reforça a avaliação de que as facções brasileiras são entre as mais violentas do Brasil. O governo americano afirmou que redes criminosas dessas organizações atuam além das fronteiras nacionais e afetam a segurança dos Estados Unidos.
Segundo a autoridade de Política Externa, as facções foram citadas como responsáveis por ataques a policiais, servidores públicos e civis. A declaração aponta que o tráfico de drogas financia atividades vinculadas aos narcoterroristas.
O pedido de Flávio Bolsonaro para classificar PCC e CV como terroristas foi feito durante reunião na Casa Branca, no Salão Oval. O senador informou que pediu a avaliação direta ao presidente Donald Trump.
Flávio Bolsonaro declarou que, segundo ele, a atuação dos grupos no Brasil justificaria a classificação, contrastando com críticas que, na visão dele, não teriam sido atendidas. Não houve resposta definitiva de Trump na ocasião, segundo o parlamentar.
A decisão dos EUA, segundo fontes oficiais, integra a estratégia de endurecimento contra o crime organizado internacional. O governo americano afirmou tratar a medida como parte de um conjunto de ferramentas de segurança nacional.
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