- Os Estados Unidos passaram a considerar as facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como Organizações Terroristas Estrangeiras e Terroristas Globais Especialmente Designados; a decisão foi anunciada pelo Departamento de Estado e publicada na noite de quinta-feira, 28, e entra em vigor na sexta-feira, 5.
- O senador Flávio Bolsonaro celebrou a decisão nas redes sociais, usando a expressão “grande dia” e compartilhando a declaração de Marco Rubio.
- Rubio afirmou que as organizações são entre as mais violentas do Brasil e que a designação visa impedir financiamento e recursos a narcoterroristas.
- A decisão ocorre um dia após Flávio Bolsonaro se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para pedir a designação das facções.
- Além de Flávio, participaram do encontro o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o empresário Paulo Figueiredo; Carlos Bolsonaro também comemorou a decisão nas redes.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) celebrou a decisão dos Estados Unidos de classificar as facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como narcoterroristas. A divulgação ocorreu via redes sociais na noite desta quinta-feira.
A medida foi anunciada pelo Departamento de Estado, com Rubio destacando que as organizações são entre as mais violentas do Brasil e possuem alcance regional. O texto indica que as grupos receberão designation como Organizações Terroristas Estrangeiras e Terroristas Globais Especialmente Designados.
A designação passa a vigorar na próxima sexta-feira, 5, conforme o documento oficial, divulgado nesta quinta. O anúncio vem um dia após Flávio Bolsonaro se reunir com o ex-presidente Donald Trump para discutir a potencial classificação.
Ainda na reunião, participaram o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o empresário Paulo Figueiredo, aliados do senador, que atuam na construção de uma linha bolsonarista alinhada ao trumpismo. A reunião coincidiu com repercussões da condenação de Jair Bolsonaro no STF.
Carlos Bolsonaro, ex-vereador do Rio de Janeiro, também comentou o tema nas redes, ressaltando que houve mudança no tom político e criticando a imprensa, sem adotar uma opinião direta sobre o mérito da decisão.
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