- O Irã manifestou solidariedade ao Omã após Trump ameaçar atacar caso o país tente controlar o Estreito de Ormuz ao lado do Teerã.
- O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baqaei, condenou a retórica de autoridades americanas e reafirmou a parceria com Omã.
- Trump disse que a hidrovia estaria aberta a todos e alertou Omã para não interferir, dizendo que o país “se comportará como todos os outros ou teremos que explodi-los”.
- O Irã afirmou que a gestão do estreito não depende dos Estados Unidos e será coordenada com Omã.
- Em retaliação aos ataques norte‑americanos a Bandar Abbas, a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) lançou um ataque contra uma base americana não identificada na região; autoridades dos EUA disseram que as ações foram defensive e visavam manter o cessar‑fogo.
O Irã manifestou solidariedade ao Omã nesta quinta-feira (28), após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar atacar o Omã caso este busque controlar o Estreito de Ormuz ao lado de Teerã. A declaração foi feita pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baqaei, em comunicado oficial.
Segundo o Ministério, o Irã rejeita a retórica ameaçadora das autoridades americanas e afirma que o Estreito de Ormuz não depende dos Estados Unidos, sendo alvo de gestão conjunta com Omã. O país já havia sinalizado que manterá coordenação com Omã sobre a hidrovia.
Baqaei condenou ataques dos EUA à cidade portuária de Bandar Abbas, considerados pela autoridade iraniana como violação de integridade territorial. Um oficial americano afirmou que as ações dos EUA foram defensivas e visavam manter o cessar-fogo em vigor.
Contexto regional e desdobramentos
Em resposta aos acontecimentos, a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) lançou um ataque contra uma base americana não identificada na região, segundo relatos locais. Não há confirmação independente sobre danos ou culpados.
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