- Itália emitiu alerta máximo de calor vermelho para Roma, Florença, Bolonha e Turim.
- O alerta vermelho indica calor extremo que pode afetar toda a população, após três dias de subida contínua de temperaturas.
- Além dessas, outras cidades estão em alerta laranja: Milão, Veneza, Verona, Bolzano, Brescia, Frosinone, Perugia, Rieti, Trieste e Viterbo.
- A causa é uma cúpula de alta pressão com ar quente vindo do norte da África, antecedendo o verão que começa em junho.
- Na França, ao menos sete mortes foram associadas ao calor extremo, conforme a porta-voz do governo Maud Bregeon.
O Ministério da Saúde da Itália anunciou alerta vermelho para quatro cidades devido à onda de calor. Roma, Florença, Bolonha e Turim estão no nível máximo, aplicado quando o calor extremo pode afetar toda a população. O aviso vale após três dias consecutivos de condições climáticas extremas. O objetivo é orientar serviços públicos e a população.
Outras cidades estão em alerta laranja, incluindo Milão, Veneza, Verona, Bolzano, Brescia, Frosinone, Perugia, Rieti, Trieste e Viterbo. Em geral, o esquema de cores vai do verde ao vermelho, conforme o grau de risco para a saúde. O vermelho indica risco generalizado, não restrito a grupos vulneráveis.
Segundo a meteorologia europeia, a onda de calor resulta de uma cúpula de alta pressão com ar vindo do norte da África. O fenômeno ocorre antes do início do verão, previsto para junho, e intensifica as temperaturas em várias regiões europeias. Relata-se calor extremo em outros países do continente.
Na França, a autoridade respondeu com dados de mortes associadas ao calor. A porta-voz do governo, Maud Bregeon, informou que pelo menos sete pessoas morreram direta ou indiretamente em decorrência das altas temperaturas. Entre as vítimas aparecem casos de afogamento em rios, em busca de alívio térmico.
A atuação das autoridades brasileiras não é necessária neste momento, mas especialistas ressaltam a importância de evitar exposição ao calor, manter hidratação e buscar locais com ar-condicionado em horários de pico. A cobertura acompanha o desdobramento das medidas de vigilância e prevenção.
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