- O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que orientou os militares a ampliar o controle da Faixa de Gaza para setenta por cento.
- Atualmente, Israel já controla cerca de sessenta e quatro por cento da Gaza, resultado de uma operação militar em 2023 após os ataques de 7 de outubro.
- Netanyahu disse que o objetivo é avançar passo a passo, começando por alcançar sessenta e oito por cento e chegar a setenta por cento.
- A trégua mediada pelos Estados Unidos em outubro não conseguiu interromper os ataques nem desarmar o Hamas, levando a planos de recuar para a chamada Linha Amarela, que marcaria o controle em cerca de cinquenta e três por cento.
- Em discurso em um assentamento na Cisjordânia ocupada, Netanyahu repetiu que mais de Gaza seria tomada e que a pressão sobre o Hamas continua.
Benjamin Netanyahu afirmou, na quinta-feira (28), que orientou as Forças de Defesa de Israel a ampliar o controle da Faixa de Gaza para 70%. A declaração foi feita durante evento em um assentamento na Cisjordânia ocupada.
Segundo dados de autoridades israelenses, o país já controla cerca de 64% da Faixa de Gaza, resultado de uma operação militar em 2023 após os ataques de 7 de outubro daquele ano. A ofensiva deixou a região devastada e em ruínas.
Antes da trégua mediada pelos Estados Unidos em outubro, as informações militares indicavam a existência de uma Linha Amarela, demarcando uma extensão de controle de cerca de 53% de Gaza. A trégua não conseguiu interromper os ataques nem desarmar o Hamas.
Netanyahu tem reiterado, em diferentes occasions públicas, que o controle de Gaza permanece acima de 60% e que o objetivo é avançar para 70%. As declarações indicam a estratégia de pressionar o Hamas a partir de vários flancos, incluindo ações contra remanescentes insurgentes.
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