- A Assembleia Geral da ONU aprovou uma decisão histórica sobre direito internacional e justiça climática, com o apoio de 141 países e oposição de oito.
- Os países que votaram contra foram Arábia Saudita, Belarus, Estados Unidos, Iêmen, Irã, Israel, Libéria e Rússia.
- O professor José Eli da Veiga afirmou que esses países buscam manter o modelo atual ligado ao aquecimento global, dizendo que mudanças são necessárias.
- Segundo o comentarista, a demora em promover mudanças facilita a lucratividade de alguns países com o modelo energético vigente e dificulta avanços no combate às mudanças climáticas.
A Assembleia Geral da ONU aprovou uma decisão histórica sobre direito internacional e justiça climática. A medida recebeu o apoio de 141 países e contou com a oposição de oito nações.
Entre os países que votaram contra estão Arábia Saudita, Belarus, Estados Unidos, Iêmen, Irã, Israel, Libéria e Rússia, segundo informações da própria sessão das Nações Unidas.
Analistas ressaltam que a votação sinaliza uma mudança significativa no reconhecimento de responsabilidades sobre mudanças climáticas, com impacto direto em acordos e litígios internacionais.
Para o especialista José Eli Da Veiga, o grupo que se opôs envolve partes interessadas em manter o atual modelo energético, mesmo diante de impactos ambientais. A posição, segundo ele, pode atrasar avanços globais.
A adoção abre caminho para debates sobre responsabilidades, compensação e mecanismos de justiça climática no âmbito do direito internacional, com desdobramentos para políticas nacionais e ações de mitigação.
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