- Royal Mail entregou 75,7% das cartas de primeira classe no prazo no ano até março, abaixo da meta de 93%.
- Para as cartas de segunda classe, 90,2% foram entregues em até três dias úteis, frente à meta de 98,5%.
- A empresa está sob propriedade do EP Group, grupo privado de Daniel Kretinsky, cuja aquisição foi aprovada pelos acionistas no fim de abril do ano passado.
- A companhia diz que o serviço vem melhorando e que pretende alcançar 90% de entregas de primeira classe e 95% de segunda classe até o próximo ano.
- A Royal Mail enfrenta críticas há anos por atrasos; em outubro, a reguladora Ofcom multou a empresa em £ 21 milhões por não cumprir metas.
A Royal Mail entregou 75,7% das cartas de primeira classe no prazo no ano encerrado em março, bem abaixo da meta de 93%.
Para as cartas de segunda classe, 90,2% foram entregues dentro de três dias úteis, ante a meta de 98,5%.
A empresa afirma que há melhorias em andamento e que o grupo espera alcançar novas metas mais baixas de 90% (primeira) e 95% (segunda) até o próximo ano.
Contexto
A avaliação ocorre sob a nova proprietária EP Group, controlada por Daniel Kretinsky, cuja aquisição foi aprovada pelos acionistas no fim de abril do ano passado.
Ofcom multou a Royal Mail em 21 milhões de libras em outubro passado por não cumprir metas de entrega.
Desdobramentos recentes
Relatos de trabalhadores, em fevereiro, indicaram que cartas ficavam sem entrega por semanas, com instruções para priorizar encomendas por questões de rentabilidade. Executivos foram questionados sobre o tema em comissão parlamentar.
Kretinsky disse aos deputados que lamentava os atrasos na entrega de cartas.
Como parte de um plano de melhoria, a Royal Mail abriu a possibilidade de horários mais longos para domésticos de meio período e negocia com Ofcom a retirada da entrega de segunda classe aos sábados, dentro do novo modelo.
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