- A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Amanda Roberson, disse que a decisão de classificar PCC e CV como “narcoterroristas” não teve influência de Flávio Bolsonaro.
- A medida visa ações contra grupos que atuam nos Estados Unidos e deve entrar em vigor em cinco de junho deste ano.
- Roberson afirmou que a decisão foi tomada pelo presidente e pela equipe dele, não pelo político brasileiro.
- Flávio Bolsonaro participou de reunião na Casa Branca com o presidente dos EUA, Donald Trump, em 26 de maio, e afirmou ter feito o pedido para classificar as facções.
- Segundo o senador, o secretário de Estado, Marco Rubio, aceitou o pedido de Flávio Bolsonaro.
A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Amanda Roberson, afirmou que a decisão de classificar PCC e CV como narcoterroristas não teve a participação de Flávio Bolsonaro. Ele foi citado como influente por apoiadores, mas o governo sustenta que apenas o presidente Trump e o secretário Marco Rubio decidem.
Roberson, em entrevista à GloboNews, disse que a única pessoa que toma decisões pelos EUA é o presidente e sua equipe, incluindo o secretário Rubio. A designação será aplicada a partir de 5 de junho, conforme o comunicado oficial.
Antes da declaração brasileira, apoiadores de Flávio atribuíam a ele a decisão. O senador ainda não se manifestou sobre o posicionamento diplomático.
Flávio Bolsonaro visitou a Casa Branca na terça-feira, 26 de maio, para tratar da possível classificação. Segundo o parlamentar, o tema central foi justamente reconhecer PCC e CV como organizações terroristas, pedido que, conforme ele, foi atendido por Rubio.
De acordo com o relato de Flávio, o secretário de Estado teria aceitado o pedido para enquadramento das facções. O governo dos EUA mantém o tom técnico da medida e não comenta influências de terceiros.
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