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EUA podem retomar guerra com Irã a qualquer momento, diz Pentágono

Pentágono afirma que EUA têm estoques de armas prontos para retomar guerra com Irã a qualquer momento, conforme chefe de defesa em Singapura

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, durante o Encontro Shangri-La 2026.
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  • Os Estados Unidos teriam estoque de armas abastecido o suficiente para retomar a guerra com o Irã a qualquer momento, afirmou o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, em Singapura.
  • Segundo ele, o conflito poderia recomeçar por causa das reservas de Washington espalhadas ao redor do mundo.
  • A declaração foi feita durante o Encontro de Shangri-La, principal cúpula de defesa da Ásia, na cidade-estado.
  • O ex-presidente Donald Trump comentou na rede social Truth sobre o Irã, o Estreito de Ormuz e a retirada de minas, antes da reunião de um comitê.
  • O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baqai, disse que há troca de mensagens, mas ainda não houve acordo final, além de negar discussão sobre o tema nuclear e defender o status do Estreito de Ormuz.

O Pentágono afirmou que os Estados Unidos possuem um estoque de armas suficientemente abastecido para retomar uma guerra com o Irã a qualquer momento. A declaração foi feita por Pete Hegseth, chefe do departamento, neste sábado, em Singapura, onde participa da cúpula de defesa asiática chamada Encontro de Shangri-La.

Segundo Hegseth, se houver necessidade, o conflito pode recomeçar por meio das reservas de Washington, dispersas ao redor do mundo. A informação reforça a possibilidade de retomar ações militares caso Israel ou aliados tenham instruções nesse sentido.

A fala acontece enquanto a questão iraniana é discutida em Singapura. O presidente Donald Trump publicou mensagens na rede Truth defendendo que o Irã não deve possuir armas nucleares, que o Estreito de Ormuz seja aberto e Teerã retire minas, antes de uma reunião de comitê. Para Teerã, o Irã, há troca de mensagens, mas sem acordo final.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baqai, afirmou que ainda não houve acordo definitivo e que as negociações continuam. Ele negou qualquer discussão atual sobre a questão nuclear e reiterou o status especial do Estreito de Ormuz, cuja passagem é crucial para o trânsito global de hidrocarbonetos e hoje permanece sob controvérsia entre Irã e Omã.

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