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FBI monitora ações de PCC e CV em 12 estados dos EUA, diz porta-voz

FBI monitora atuação do PCC e do CV em doze estados após classificação como organizações terroristas estrangeiras, com restrição de vistos e bloqueio de bens

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  • Os EUA classificaram o PCC e o CV como organizações terroristas estrangeiras, e o FBI monitora a atuação das facções em 12 estados.
  • A porta-voz do Departamento de Estado, Amanda Roberson, disse que as ações mais fortes estão sendo tomadas pela necessidade de coordenação internacional.
  • Entre as consequências da designação estão restrições de visto, bloqueio de bens nos Estados Unidos, proibição de transações e crime de apoio aos grupos.
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, informou que as facções serão eliminadas, reforçando a posição de tolerância zero com a violência.
  • A medida foi anunciada dois dias após a reunião entre Flávio Bolsonaro e Trump na Casa Branca; Lula reagiu criticamente à fala norte-americana.

O FBI monitora a atuação do PCC e do CV em 12 estados dos EUA. A informação foi confirmada pela porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Amanda Roberson, nesta sexta-feira. As autoridades dizem que há coordenação internacional necessária para enfrentar grupos desse porte.

Segundo Roberson, as ações são acompanhadas de perto pelo FBI e por outras entidades governamentais. A intenção é frear atividades criminosas que operationalizam redes transnacionais no território norte-americano.

Nessa quinta-feira (28/5), os EUA classificaram o PCC e o CV como organizações terroristas estrangeiras. Entre as consequências previstas estão restrições de vistos, bloqueio de bens nos EUA e proibição de transações com esses grupos.

Implicações oficiais

A porta-voz afirmou que a designação foi tomada pela administração do presidente Donald Trump. A medida busca desarticular redes criminosas e reduzir o alcance de suas ações no hemisfério.

A nomeação ocorreu dois dias após encontro entre o senador Flávio Bolsonaro e o presidente americano na Casa Branca. A reunião teve reação crítica do presidente Lula, que destacou divergências sobre o tema.

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