- Lula disse estar triste com a decisão dos EUA de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
- Ele afirmou que o Brasil não aceita ser tratado como moleque ou republiqueta.
- O presidente chamou o senador Flávio Bolsonaro de “traidor da pátria” por defender a medida norte-americana.
- Lula relembrou a reunião com o ex-presidente Donald Trump há três semanas e destacou a ausência do secretário de Estado, Marco Rubio, no anúncio.
- Afirmou que Rubio pode ter ido preparado para ajudar o filho de um bolsonarista que é candidato nos Estados Unidos, segundo suas palavras.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu à decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Em evento de anúncio de investimentos da Petrobras em Sergipe, ele disse estar triste com a medida e afirmou que o Brasil não aceitará ser tratado como moleque ou republiqueta.
Lula mencionou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que esteve com o presidente dos EUA, Donald Trump, nesta semana. O presidente disse que Flávio foi chamado de traidor da pátria por defender posições alinhadas ao governo americano.
O chefe do Executivo lembrou a reunião com Trump ocorrida há cerca de três semanas e criticou a participação do secretário de Estado, Marco Rubio, na divulgação da decisão. Segundo Lula, Rubio não esteve presente no anúncio, possivelmente por não concordar com a intervenção nos assuntos do Brasil.
O presidente avaliou que a postura pode afetar a relação entre Brasil e Estados Unidos e reiterou que o País seguirá defendendo seus interesses soberanos. As declarações ocorreram durante o evento em Sergipe, sem detalhar impactos práticos imediatos. Fonte: declarações públicas de Lula durante o ato de investimentos.
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