- Lula reagiu à decisão dos EUA de classificar PCC e CV como organizações terroristas internacionais, dizendo que o Brasil não aceita ser tratado como moleque.
- Ele afirmou que, se a parceria for para combater o crime organizado, os EUA deveriam devolver aos brasileiros que vivem no país os criminosos que estão nos Estados Unidos.
- A fala ocorreu durante cerimônia de anúncio de investimentos da Petrobras em Sergipe.
- Lula disse ter passado três horas com o presidente dos EUA, Donald Trump, e ter apresentado quatro documentos sobre combate ao crime organizado.
- Ele mencionou a ausência do senador Marco Rubio e sugeriu que a ausência estaria ligada a interesses de apoiar filhos de bolsonaristas que buscam eleição nos EUA.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu nesta sexta-feira à decisão dos Estados Unidos de classificar as facções criminosas Primeiro Comando da Capital PCC e Comando Vermelho CV como organizações terroristas internacionais. Lula afirmou que o Brasil não aceita ser tratado como moleque durante cerimônia de investimentos da Petrobras em Sergipe.
Durante o evento em Sergipe, o presidente disse publicamente que, se a intenção é combater o crime organizado, os EUA deveriam devolver ao Brasil criminosos que vivem em territorio norte-americano. A declaração reforça a postura brasileira de contestação à classificação recebida.
Lula afirmou ainda ter mantido uma reunião de cerca de três horas com o então presidente dos EUA, Donald Trump, na qual teriam sido apresentados quatro documentos voltados ao enfrentamento ao crime organizado. O presidente citou a ausência do senador Marco Rubio na ocasião.
As falas de Lula ocorreram durante o anúncio de investimentos da Petrobras em Pedra Branca, no município de Laranjeiras, em Sergipe. Não houve anúncio de medidas adicionais por parte do governo brasileiro durante a cerimônia.
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