- O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, nomeou a juíza Renata Gil Alcântara para chefiar a Diretoria de Assuntos Internacionais da Corte.
- A nomeação foi formalizada pela Portaria 256 de 2026, publicada em 27 de maio de 2026.
- A nova diretoria fica vinculada à Presidência do TSE e terá como atribuições articular o tribunal com organismos internacionais, gerir a agenda externa e acompanhar missões de observadores para as eleições municipais de outubro.
- Renata Gil deixa a função de assessora do desembargador Ricardo Couto, governador em exercício do Rio de Janeiro, para atuar em Brasília.
- A magistrada tem histórico no TJ do Rio, já presidiu a Associação dos Magistrados Brasileiros e teve papel em campanhas de promoção de igualdade de gênero, incluindo a iniciativa Sinal Vermelho contra a violência doméstica.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, nomeou a juíza Renata Gil Alcântara para comandar a Diretoria de Assuntos Internacionais da Corte. A nomeação saiu na Portaria 256 de 2026, publicada em 27 de maio de 2026. O objetivo é fortalecer a relação do TSE com organismos internacionais e planejar ações externas.
Renata Gil deixa o cargo de assessora do desembargador Ricardo Couto, governador em exercício do Rio de Janeiro, para atuar em Brasília. A nova diretoria fica vinculada diretamente à Presidência do TSE e terá como foco a articulação com entidades internacionais, a gestão da agenda externa e o acompanhamento de missões de observadores para as eleições municipais de outubro.
Renata Gil tem atuação consolidada no Judiciário do Rio de Janeiro.Graduada em direito pela Uerj, possui especialização em segurança pública pela UFF. Foi a primeira mulher a presidir a AMB, entre 2020 e 2022, e já comandou a Amaerj por dois mandatos. Também integrou o CNJ, coordenando iniciativas de modernização e de promoção da igualdade de gênero.
Entre as ações previstas para a diretoria, estão a coordenação de observação internacional para as eleições municipais de outubro e o fortalecimento de relações com organismos multilaterais. A nomeação é vista como um passo para ampliar a presença brasileira em debates democráticos globais.
Renata Gil ficou conhecida nationalmente pela campanha Sinal Vermelho contra a violência doméstica durante a pandemia, desenvolvida em parceria com o CNJ. A iniciativa orientou mulheres a pedir ajuda de forma discreta, por meio de um X vermelho na palma da mão, e acabou ganhando status federal.
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