- O Departamento do Tesouro dos EUA, por meio da Ofac, incluiu o PCC e o Comando Vermelho na lista de entidades sancionadas, classificando-os como organizações “terroristas”.
- A sanção implica bloqueio de ativos e impedimento de transações em dólar sob jurisdição norte‑americana.
- A inclusão ocorreu após o anúncio de 28 de maio de 2026 e pode enquadrar as organizações na Ordem Executiva 13224.
- Especialistas alertam para impactos no sistema financeiro brasileiro, com possível sanção a empresas ligadas aos grupos, especialmente em casos como a operação Carbono Oculto.
- O governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, repudiou a medida, citando riscos ao sistema financeiro e à cooperação policial, e afirmou que intervenções não são bem‑vindas.
Nos registros do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac), ligado ao Departamento do Tesouro dos EUA, PCC e Comando Vermelho passaram a figurar na lista de entidades sancionadas. As sanções incluem bloqueio de ativos nos EUA e restrições a transações em dólar sob a jurisdição norte-americana.
A designação decorre da divulgação pelo governo dos EUA, na quinta-feira 28 de maio de 2026, de que as duas facções passaram a ser classificadas como organizações terroristas. A medida está associada à Ordem Executiva 13224, destinada a combater grupos ligados a atividades violentas.
A inclusão pode repercutir no sistema financeiro brasileiro, com a possibilidade de punições a empresas com vínculos às organizações citadas. Analistas apontam efeitos indiretos sobre fluxos financeiros e operações de instituições brasileiras com o mercado internacional.
Mudança de status no cenário global
Especialistas destacam que a classificação pode ampliar o risco de sanções para empresas envolvidas em operações com dólares e instituições com laços com o sistema financeiro norte-americano. A medida pode exigir maior due diligence por parte de bancos e fundos brasileiros.
Reação do governo brasileiro
O governo brasileiro afirmou que decisões norte-americanas podem impactar o sistema financeiro local e instrumentos nacionais como o Pix. Avalia-se que sanções a facções podem influenciar cooperação entre polícias, com possíveis efeitos econômicos.
Autoridades destacaram a importância da cooperação internacional no combate à lavagem de dinheiro e ao contrabando de armas, ressaltando que intervenções unilaterais são consideradas inaceitáveis. A situação permanece em monitoramento.
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