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Países onde os EUA aplicaram o rótulo de terrorismo

EUA classificam PCC e CV como organizações terroristas a partir de seis de junho; lista envolve grupos de pelo menos quarenta e um países e territórios e aciona sanções financeiras e migratórias

PCC e CV se juntam a organizações como Al-Qaeda, Estado Islâmico e Hezbollah; na imagem, bandeira do Hezbollah
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  • O Departamento de Estado dos EUA anunciou que o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) serão classificados como Organizações Terroristas Estrangeiras a partir de 5 de junho.
  • Com a inclusão, a lista passa a reunir organizações ligadas a pelo menos 41 países e territórios, segundo levantamento baseado na relação oficial do governo americano.
  • Entre os países listados estão Afeganistão, Alemanha, Argélia, Brasil, Colômbia, México, Palestina, Reino Unido e Venezuela, entre outros.
  • A designação tem efeitos jurídicos, financeiros e migratórios: nos EUA, é crime fornecer apoio material, pode impedir a entrada de membros e obriga bancos a bloquear recursos.
  • O governo destacada que, além de PCC e CV, existem outros grupos transnacionais e cartéis já alvo de medidas semelhantes, como MS-13, Barrio 18, Sinaloa e CJNG.

O Departamento de Estado dos EUA anunciou que o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) passam a ser classificados como organizações terroristas a partir de 5 de junho. A medida amplia a lista de grupos designados a pelo menos 41 países e territórios.

A inclusão das duas facções brasileiras envolve organizações com atuação transnacional, que vão além de estruturas puramente criminosas. Entre os representantes na lista, há milícias, redes políticas armadas e cartéis ligados a várias regiões.

A designação tem efeitos jurídicos, financeiros e migratórios. Nos EUA, apoiar materialmente esses grupos torna-se crime, há restrições de entrada de membros e bloqueio de fundos por instituições financeiras.

O governo americano já tinha apontado, em janeiro de 2025, que cartéis como Sinaloa e CJNG representam riscos à segurança nacional, citando tráfico, violência e influência sobre rotas migratórias. A decisão também envolve medidas contra redes financeiras.

Além do Brasil, a lista inclui países como Afeganistão, Colômbia, Palestina, Somália, Síria, Irã, México, Nigéria, Palestina, Reino Unido, entre outros. A relação reflete uma visão de variety de atores considerados ligados a terrorismo.

A ONU distingue entre terrorismo e crime organizado pela motivação dos grupos, o que contrasta com a classificação americana, que agrupa diversas entidades sob o rótulo de FTO. A decisão afeta políticas externas, financeira e migratória norte-americanas.

Entre outras inclusões recentes, o Barrio 18 figura na lista desde 2025, com foco em efeitos jurídicos, bloqueio de bens e restrição de transações. A designação facilita ações legais por apoio material a esses grupos.

Impactos práticos abrangem congelamento de ativos, bloqueio de operações financeiras e restrições de movimentação de membros envolvidos. As autoridades destacam a coordenação entre órgãos para aplicação das sanções.

A lista completa, com as organizações representadas por cada país, é atualizada periodicamente pelos EUA e pode sofrer alterações conforme novas avaliações de risco.

Países e territórios representados

  • Afeganistão; Alemanha; Argélia; Bahrein; Bangladesh; Brasil; Burkina Faso; Colômbia; Egito; El Salvador; Equador; Filipinas; Grécia; Guatemala; Haiti; Honduras; Iêmen; Índia; Indonésia; Irã; Iraque; Irlanda; Itália; Líbano; Líbia; Mali; México; Moçambique; Nigéria; Paquistão; Palestina; Peru; Reino Unido/Irlanda do Norte; República Democrática do Congo; Síria; Somália; Sri Lanka; Sudão; Tunísia; Turquia; Uzbequistão; Venezuela.

Repercussões e próximos passos

  • As autoridades ressaltam que a designação é um marco legal, com aplicação prática em domínios financeiro e migratório.
  • O governo dos EUA pode divulgar novas designações caso ocorram mudanças de atuação dessas organizações.
  • Representantes locais e especialistas costumam acompanhar impactos sobre cooperação internacional e segurança regional.

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