- Renata Gil Alcântara foi designada para a Diretoria de Assuntos Internacionais da Presidência do TSE pelo presidente do tribunal, ministro Nunes Marques.
- A nomeação foi formalizada pela Portaria TSE 256, de 27 de maio de 2026, com fundamentação na resolução TSE 23.418/14, com redação dada pela resolução TSE 23.762/26.
- Ela atuará na Diretoria de Assuntos Internacionais vinculada à Presidência da Corte Eleitoral.
- Renata Gil é magistrada do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro desde 1998 e foi a primeira mulher a presidir a Associação dos Magistrados Brasileiros, no triênio 2020-2022.
- A designação entra em vigor na data de publicação da portaria.
A presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nomeou a juíza Renata Gil Alcântara Videira para exercer as atividades de diretora da Diretoria de Assuntos Internacionais da Presidência. A designação foi formalizada por meio da Portaria TSE 256, publicada em 27 de maio de 2026. A nomeação entra em vigor na data de sua publicação.
A decisão foi tomada pelo presidente do TSE, ministro Nunes Marques. Renata Gil passa a atuar na Diretoria de Assuntos Internacionais vinculada à Presidência da Corte Eleitoral, segundo o ato oficial.
Renata Gil é magistrada do TJ do Rio de Janeiro desde 1998. Foi a primeira mulher a presidir a AMB, no triênio 2020-2022, e tem atuação destacada em projetos de modernização da Justiça e defesa de mulheres vítimas de violência.
Perfil da indicada
Formada em Direito pela UERJ, com especialização em Segurança Pública pela UFF, Renata Gil teve atuação anterior em comarcas do interior fluminense e, posteriormente, na 40ª vara Criminal da Capital. Liderou a Amaerj em dois mandatos e ocupou cargos de direção na AMB.
A campanha Sinal Vermelho, idealizada por Renata Gil em parceria com a AMB e o CNJ durante a pandemia, ganhou projeção nacional. O projeto utiliza um X vermelho na palma da mão para pedir ajuda silenciosamente. Posteriormente, virou lei federal.
Renata Gil também é reconhecida por iniciativas voltadas à proteção de mulheres, com atuação institucional na magistratura e participação em ações de igualdade de gênero e raça no Judiciário.
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