- O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, assinou a Portaria n° 256 designando Renata Gil Alcântara para dirigir a nova diretoria de assuntos internacionais.
- A diretoria, ligada diretamente à presidência do tribunal, terá como foco ampliar a presença internacional da Justiça Eleitoral e responder a questionamentos sobre a urna eletrônica.
- Renata Gil deixa o cargo de assessora do desembargador Ricardo Couto, governador em exercício do Rio de Janeiro, para assumir a função em Brasília.
- A juíza já atuou como conselheira do Conselho Nacional de Justiça e foi responsável pela campanha “Sinal Vermelho” contra violência doméstica.
- A nomeação visa coordenar relações com organismos internacionais, acompanhar missões de observação para as eleições de outubro e gerir a agenda externa do TSE.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, assinou a Portaria n° 256 que designa Renata Gil Alcântara para a direção da recém-criada diretoria de assuntos internacionais. A nomeação visa ampliar a presença da Justiça Eleitoral no cenário global e fortalecer o papel do sistema eletrônico de votação brasileiro.
Renata Gil assume a função sem deixar o cargo atual de assessora do desembargador Ricardo Couto, governador em exercício do Rio de Janeiro. A juíza já atuou como conselheira do Conselho Nacional de Justiça e idealizou campanhas de combate à violência doméstica.
A diretoria, ligada diretamente à presidência do TSE, terá como atribuições articular com organismos internacionais, acompanhar missões de observadores para as eleições de outubro e gerir a agenda internacional da corte eleitoral. A nomeação foi recebida pela magistrada como uma honra e responsabilidade.
Contexto e objetivos
O movimento busca responder a questionamentos externos sobre a integridade eleitoral e a democracia brasileira, mostrando a competência técnica do sistema de votação brasileiro no exterior. A iniciativa reforça o papel do TSE como referência em tecnologia eleitoral no âmbito internacional. Renata Gil destacou a importância de ampliar a participação feminina em espaços de decisão.
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