- Morin morreu na sexta-feira, aos 104 anos, sendo lembrado como filósofo, sociólogo e autor de cerca de setenta livros.
- O presidente Emmanuel Macron o homenageou nas redes sociais, chamando-o de “humanismo em pessoa” e destacando seu pensamento complexo.
- A ministra da Cultura, Catherine Pégard, o descreveu como combatente incansável da liberdade, lembrando seu papel na Resistência Francesa.
- O ex-presidente François Hollande e o ex-ministro Jean-Michel Blanquer destacaram a influência de Morin e sua capacidade de integrar diversas disciplinas.
- Jean-Luc Mélenchon o definiu como antifascista, resistente e teórico da complexidade, ressaltando sua participação em protestos e seu papel histórico.
Edgar Morin, um dos principais pensadores do século 20, morreu na sexta-feira aos 104 anos. Referente pela filosofia, sociologia e uma obra que soma cerca de 70 livros, ele marcou a tradição do pensamento crítico na França e no mundo.
Ao longo da madrugada, o país prestou homenagens ao intelectual. O presidente Emmanuel Macron destacou Morin como símbolo do humanismo, da curiosidade e do pensamento complexo, e enviou condolências à família. A afirmação foi publicada nas redes oficiais.
A ministra da Cultura, Catherine Pégard, destacou o legado de Morin como defensor da liberdade, enquanto o ex-presidente François Hollande mencionou a contribuição do filósofo para entender a evolução humana. O ex-ministro Jean-Michel Blanquer, coautor de uma de suas obras, relembrou debates longos e produtivos travados com Morin.
Repercussões
O diplomata Dominique de Villepin elogiou a capacidade de Morin de pensar a humanidade em toda a sua complexidade e destacou a esperança de uma política de civilização fundada no diálogo. O líder da França Insubmissa, Jean-Luc Mélenchon, lembrou Morin como antifascista, resistente e teórico da complexidade, enfatizando sua participação em protestos internacionais.
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