- Médico afirma que Trump tem saúde excelente, com função cardíaca, pulmonar, neurológica e física fortes, apto a exercer todas as funções de Comandante-chefe e chefe de Estado.
- O checkup apontou leve inchaço nas pernas e hematomas nas mãos, descritos como benignos e compatíveis com aperto de mão frequente.
- Exame neurológico mostrou estado mental normal; não houve indicação de depressão ou ansiedade.
- O relatório recomenda dieta, uso de aspirina em baixa dose, maior atividade física e continuidade da perda de peso; Trump mede 1,90 m e pesa 108 kg.
- A visita ao Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, na terça-feira, foi a terceira em treze meses; Trump havia dito que tudo foi verificado e está perfeito.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está com saúde excelente, segundo comunicado divulgado pela Casa Branca. O documento cita resultados de exames realizados nesta semana.
O relatório aponta leve inchaço nas pernas e hematomas benignos nas mãos. A equipe médica afirma que as funções cardíaca, pulmonar, neurológica e física gerais são fortes e que Trump está apto a exercer suas funções.
A Medicina indica que o estado mental permanece estável e que não há sinais de depressão ou ansiedade. Recomenda-se continuar orientação de dieta, aumento de atividade física e manutenção da perda de peso.
Estado de saúde e conduta médica
O médico responsável afirma que a função cardíaca está normal. O exame neurológico também não aponta alterações no estado cognitivo, conforme o memorando assinado pelo médico Barbarella.
Foi avisado que o presidente deve manter uso preventivo de aspirina em baixa dosagem e ajustes na dieta. O relatório relata melhora do inchaço em relação ao ano anterior.
Contexto de exames e visitas médicas
Trump realizou uma visita ao Centro Médico Militar Nacional Walter Reed na última terça-feira, a terceira em 13 meses. A avaliação anterior detalhou condições de saúde que já geraram exposição pública de informações médicas.
O despacho médico não esclarece a razão de um tratamento de pele feito em março no pescoço, nem cita a necessidade de nova ressonância magnética. Em outubro, houve histórico de exame semelhante.
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