- Iván Cepeda acusa Abelardo de la Espriella de usar a camisa amarela da Colômbia como símbolo de campanha, em comparação com a estratégia no Brasil.
- De la Espriella apareceu ao lado da família vestindo a camisa da seleção em ato de campanha, gerando reação pública.
- A Federação Colombiana de Futebol pediu que o símbolo esportivo não seja utilizado em disputas eleitorais.
- No primeiro turno, De la Espriella liderou com 43,7% dos votos, seguido por Cepeda com 40,9%; segundo turno marcado para 21 de junho.
- A polêmica ocorre em meio ao crescimento da direita latino-americana, com propostas de endurecimento contra violência e narcotráfico, aproximando De la Espriella de líderes regionais.
Às vésperas da Copa do Mundo, a camisa amarela da seleção colombiana ficou no centro de uma disputa política. Iván Cepeda acusa Abelardo de la Espriella de transformar o uniforme em símbolo de campanha, em uma linha semelhante ao uso da camisa verde e amarela no Brasil.
A polêmica ganhou contornos após De la Espriella aparecer ao lado da família vestindo a camisa da seleção em ato de campanha. A Federação Colombiana de Futebol pediu que o símbolo esportivo seja mantido fora das disputas eleitorais. O cenário político colombiano se intensifica com a proximidade do segundo turno.
Durante o anúncio dos resultados do primeiro turno, De la Espriella, advogado e empresário de 47 anos, liderou com 43,7% dos votos. Cepeda ficou em segundo, com 40,9%. O segundo turno está marcado para 21 de junho, com foco no enfrentamento entre ambos os candidatos.
Contexto político e esportivo
O episódio ocorre em meio a debates sobre o uso de símbolos nacionais em campanhas e à proximidade da Copa do Mundo de 2026, que começou neste mês. Cepeda afirmou que a opinião pública não pode permitir que a camisa seja fruto de interesses eleitorais, destacando a natureza cívica do distintivo esportivo.
Panorama regional e discursos
De la Espriella integra a chamada nova direita latino-americana, defendendo uma linha dura contra violência e narcotráfico. Sua campanha o aproxima de lideranças como Nayib Bukele, ampliando o alcance de seu discurso na região.
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