- O Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital foram designados como Terroristas Globais Especialmente Designados pelos Estados Unidos, com validade a partir de 5 de junho.
- A classificação foi anunciada pela porta-voz do Departamento de Estado, Amanda Roberson, em entrevista à CNN Brasil, citando o objetivo de eliminar os grupos.
- O presidente Donald Trump declarou que usará todas as ferramentas disponíveis para combater e eliminar essas organizações que atuam na região.
- A estratégia inclui cooperação internacional e sanções para sufocar as finanças e a logística das facções.
- A medida envolve monitoramento internacional mais rigoroso e destacada pela autoridade responsável, em referência ao esforço de desmantelar o crime organizado na região.
O governo dos Estados Unidos classificou o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como Terroristas Globais Especialmente Designados. A decisão foi anunciada pela porta-voz do Departamento de Estado em entrevista à CNN Brasil neste 1º de junho. O objetivo é desarticular as redes que operam no Brasil e na região.
A medida marca uma mudança na postura de Washington em relação às facções criminosas brasileiras. Segundo a porta-voz Amanda Roberson, o governo pretende usar todas as ferramentas disponíveis para neutralizar as ameaças que essas organizações representam à segurança dos Estados Unidos e da região.
A classificação envolve cooperação internacional e sanções mais rigorosas. O texto oficial destaca que o CV e o PCC são considerados entre as organizações criminosas mais violentas do Brasil, com atuação de milhares de membros e histórico de ataques a policiais, autoridades e civis.
As sanções já haviam sido anunciadas na última quinta-feira e entram em vigor no dia 5 de junho. O status passa a orientar o tratamento de ativos e transações vinculadas aos dois grupos no sistema financeiro global.
O comunicado do Departamento de Estado enfatiza que o objetivo é sufocar as finanças e a logística dos grupos. A expectativa é intensificar a pressão econômica e jurídica sobre aliados e operadores financeiros vinculados às facções nas próximas semanas.
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