- O presidente Donald Trump está recuando do plano de criar um fundo de US$ 1,8 bilhão para pagar pessoas que alegam perseguição política, após forte reação de partidos e aliados.
- O Departamento de Justiça anunciou que seguirá a ordem de um juiz e não ativará o fundo até, no mínimo, 12 de junho, quando ocorre uma audiência.
- Alguns quiosques de governo receberam a decisão como saída para a situação, apesar de ainda haver resistência interna ao plano.
- Entre outras notícias do governo: o secretário de Defesa, Pete Hegseth, bloqueou promoções de pelo menos sete oficiais da Marinha; o Pentágono proibiu jornalistas de acessar a assessoria de imprensa; juízes questionam a credibilidade de advogados do DOJ.
- Em relação ao Oriente Médio, Trump afirmou que Israel e Hezbollah vão parar de lutar, enquanto os EUA dizem ter interceptado ataques iranianos; Teerã ameaça retaliação e pode fechar o Estreito de Hormuz.
O presidente Donald Trump está recuando do plano de criar um fundo de US$ 1,8 bilhão para pagar pessoas que alegam perseguição política. A ideia enfrentou resistência pública dentro e fora do seu campo, elevando dúvidas sobre a viabilidade financeira e a finalidade do mecanismo.
Ontem, o Departamento de Justiça informou que não avançará com a ativação do fundo até pelo menos 12 de junho, quando ocorre uma audiência prevista. Segundo fontes, o juízo abriu espaço para uma saída caso haja acordo ou mudanças na proposta.
A oposição e parte da bancada republicana criticaram o projeto. Referências apontam que o fundo poderia beneficiar aliados políticos com recursos públicos, aumentando a pressão para o abandono total da iniciativa.
Outros anúncios da administração
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, bloqueou ao menos sete promoções de oficiais da Marinha, com recortes que afetaram mulheres e oficiais negros. O Pentágono também proibiu jornalistas de acessar a sua assessoria, considerando o espaço como área classificada.
Também houve questionamentos judiciais sobre a credibilidade de advogados da Justiça em pleitos apresentados a tribunais, com tribunais centrando dúvidas sobre a consistência das promessas legais.
Conflitos no Oriente Médio
O conflito na região segue tenso. O governo dos EUA afirmou ter interceptado ataques iranianos contra suas forças. O primeiro-ministro israelense pediu novas ações contra o Hezbollah no Líbano, enquanto Teerã prometeu retaliação em caso de ofensiva contra Israel. A agência iraniana ligada ao governo informou que encerraria negociações com autoridades americanas e avaliaria fechar o Estreito de Ormuz.
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