- Em Portugal, a convenção “Free Speech” sobre remigração reuniu extremistas de direita dos EUA e Europa, incluindo Greg Bovino, ligado a invasões de cidades americanas.
- O objetivo divulgado é promover a “remigração”, um plano de expulsar minorias e imigrantes.
- Antes do início, a imprensa foi proibida de assistir; ficou limitada a uma tenda no estacionamento, com uma mesa pequena, alguns assentos e um iPad para transmitir os discursos de dentro.
- Os organizadores afirmaram que a decisão visou proteger as identidades de alguns participantes, que poderiam perder empregos se soubessem da presença deles.
- A convenção reforçou a ideia de manter em segredo a participação de parte do público e reforçou a transmissão dos conteúdos dentro do local.
Greg Bovino, figura associada aos ataques a cidades norte-americanas durante a era Trump, participou de uma conferência em Portugal que reuniu representantes de alinhamentos de extrema-direita dos EUA e da Europa. O evento discutiu propostas de remigração, um plano que defende a expulsão de minorias e imigrantes.
A organização informou que a imprensa não poderia acompanhar as atividades dentro do local. Agentes da segurança direcionaram os jornalistas a permanecer em uma área externa, onde havia uma tenda, poucas cadeiras e um único iPad transmitindo as falas do interior.
Segundo relatos, a decisão visava proteger a identidade de alguns participantes que poderiam perder vínculos profissionais se fosse divulgado que participavam do encontro. A imprensa recebeu acesso limitado e apenas a transmissão externa das apresentações.
O local da convenção e a data exata não foram amplamente divulgados pela organização. Observadores destacam que o formato restrito e o sigilo em torno dos nomes dos participantes contribuíram para evitar identificação pública durante o evento.
A temática central tratou de remigração como política de realocação de populações, defendendo a expulsão de grupos considerados minoritários. Organizações de direitos humanos e especialistas em liberdade de expressão acompanham o desenrolar do debate com cautela, destacando os riscos de desinformação e de violações de direitos.
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