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EUA questionam seis práticas brasileiras envolvendo Pix e etanol

Estados Unidos abrem investigação formal sobre seis práticas brasileiras, com possível adoção de sanções e consulta pública até julho de 2026

A investigação foi iniciada em 15 de julho de 2025, por ordem do presidente Trump. - (crédito: Getty Images)
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  • O governo dos Estados Unidos, por meio do Representante de Comércio (USTR), afirmou que práticas brasileiras são injustificáveis e restringem o comércio, abrindo caminho para sanções, sob a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
  • A investigação teve início em quinze de julho de dois mil e vinte e cinco, a pedido do presidente Donald Trump, e contou com audiência pública, mais de duzentos e noventa e cinco comentários e depoimentos de mais de trinta testemunhas.
  • São seis áreas de preocupação: comércio digital e pagamentos, tarifas preferenciais para México e Índia, combate à corrupção, propriedade intelectual, acesso ao etanol e desmatamento ilegal.
  • No item de comércio digital, acusa-se ordens secretas para remoção de conteúdos em redes sociais dos EUA e multas, além de alegações de políticas que favorecem um sistema de pagamento eletrônico nacional em detrimento de concorrentes americanos.
  • O processo abre prazo para comentários até primeiro de julho de dois mil e vinte e seis, assim como audiência marcada para o dia seis de julho; pedidos de participação devem ser enviados até vinte e dois de junho.

O governo dos Estados Unidos concluiu que certas práticas brasileiras são injustificáveis e restringem o comércio norte-americano. A determinação foi feita pela Representante de Comércio, sob a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, abrindo caminho para sanções.

A investigação começou em 15 de julho de 2025, por ordem do presidente. O processo incluiu audiência pública, análise de mais de 295 comentários e depoimentos de mais de 30 testemunhas. A decisão marca um passo relevante no tema.

Principais áreas questionadas

  • Comércio digital e pagamentos: tribunais teriam emitido ordens para remover conteúdos e suspender perfis de redes sociais de empresas norte-americanas, com multas por descumprimento. O relatório aponta proteção a um sistema de pagamento eletrônico nacional em detrimento concorrentes dos EUA.
  • Tarifas preferenciais: o Brasil oferece tratamento tarifário menor a centenas de produtos do México e da Índia, em setores com competição global.
  • Combate à corrupção: o país não teria tomado medidas suficientes contra suborno e corrupção.
  • Propriedade intelectual: fiscalizações contra falsificação são consideradas insuficientes; demora na análise de patentes, especialmente biofarmacêuticas, e falhas antipirataria são citadas.
  • Acesso ao etanol: desde 2017, não há tratamento tarifário recíproco para exportações de etanol dos EUA.
  • Desmatamento ilegal: apesar de lei existente, a aplicação é vista como ineficaz.

O USTR abriu uma ação de resposta e um período para consulta pública. Comentários podem ser enviados até 1º de julho de 2026. Uma audiência está marcada para 6 de julho, com pedidos de participação até 22 de junho.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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