- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o bloqueio marítimo no estreito de Ormuz só terminará quando o Irã também interromper o controle de embarcações na região.
- Rubio disse no Senado que ninguém está implorando por paz; se houver imploração, seriam os iranianos.
- Ele afirmou que Teerã não está mais forte do que antes da guerra e que não haverá alívio de sanções.
- Segundo Rubio, o Irã está perdendo milhões de dólares por dia com o bloqueio americano em Ormuz.
- Sobre Cuba, Rubio disse que o país não é controlado pelo governo, mas por militares, negando que o bloqueio dos EUA cause a crise energética e humanitária, atribuindo-a à falta de investimento em infraestrutura.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o bloqueio marítimo no estreito de Ormuz só terminará quando o Irã interromper o controle de embarcações na região. Ele opinou que o embargo depende de ações iranianas.
Rubio disse, no Senado, que o Irã não está mais forte do que antes da guerra, apesar de a narrativa de destruição militar ter sido utilizada pelos EUA. Segundo ele, não haverá alívio de sanções sem mudança de comportamento de Teerã.
O chanceler norte-americano estimou que o Irã perde milhões de dólares por dia com o bloqueio imposto por Washington em Ormuz, uma passagem estratégica para o petróleo global.
Sobre Cuba, Rubio afirmou que o país não é governado pelo governo, e sim por militares. Ele negou que o bloqueio estadunidense seja a causa da crise energética ou dos apagões no país.
O senador ainda criticou a dependência cubana de investimentos externos, atribuindo a crise energética à falta de investimento interno, associando a situação a períodos de Nicolás Maduro na Venezuela.
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