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Irã concordou em discutir aspectos inéditos do programa nuclear, diz Rubio

Irã concorda em negociar aspectos do seu programa nuclear; Rubio alerta que não há garantia de acordo e que sanções dependem do abandono nuclear

Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, no Comitê de Relações Exteriores do Senado nesta terça-feira (2)
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  • O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, informou ao Comitê de Relações Exteriores do Senado que o Irã concordou em discutir aspectos inéditos de seu programa nuclear.
  • Rubio disse que isso não garante que as conversas resultem em um acordo para encerrar a guerra entre os EUA, Israel e o Irã.
  • O diplomata afirmou que, até o momento, o que foi discutido é que qualquer alívio de sanções está condicionado ao abandono do programa nuclear.
  • Segundo ele, o Irã está sancionado por atividades nucleares e o alívio dependeria do cumprimento dos acordos.
  • O depoimento ocorreu em meio a propostas do governo norte‑americano de aprovar cortes de 30% no orçamento de relações exteriores e um aumento de 50% nos gastos militares.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou nesta terça-feira (2) que o Irã concordou em negociar aspectos do seu programa nuclear que antes rejeitava. A declaração foi feita durante um Comitê de Relações Exteriores do Senado. A reunião ocorreu em Washington.

Rubio ressaltou que esse movimento não garante um acordo para encerrar a guerra entre EUA e Israel contra o Irã. Segundo ele, as negociações ainda não asseguram desfecho positivo, mas abrem espaço para debate técnico.

O diplomata americano explicou que o alívio de sanções está condicionado ao abandono das atividades nucleares do Irã. Ele afirmou que o Irã é sancionado pelo enriquecimento de urânio e por outras obras na área nuclear.

Ainda segundo Rubio, se o Irã concordar em abandonar essas atividades, haveria potencial flexibilização das sanções vinculada ao cumprimento de acordos. A declaração ocorre em meio a discussões sobre o posicionamento de Washington.

O contexto envolve o governo Trump, que busca aprovação no Congresso para um corte de 30% no orçamento de relações exteriores e um aumento de 50% nos gastos militares. As informações foram apresentadas durante o depoimento.

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