- Irã divulgou, por meio da Embaixada na Tunísia, um vídeo criado com IA mostrando uma luta entre o Cristo Redentor e a Estátua da Liberdade.
- O conteúdo foi publicado no X com a legenda “Um front. Uma luta” e, em outra postagem, “A vitória da fé sobre o imperialismo”.
- No vídeo, a Estátua da Liberdade avança em direção ao Cristo no Corcovado; o Cristo, por sua vez, revida e leva a estátua ao morro, voltando à posição inicial com os braços abertos.
- A publicação gerou comentários variados no X, entre piadas, memes, apoio ao Irã e críticas aos Estados Unidos.
- O lançamento se soma a peças de propaganda iraniana que alimentam disputas com os EUA em meio a tensões diplomáticas, com negociações apontando impasses e ataques na região.
- Em referência, no mesmo dia, o governo dos Estados Unidos anunciou possível tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.
O Irã divulgou nesta terça-feira um vídeo criado com inteligência artificial que mostra uma luta entre o Cristo Redentor e a Estátua da Liberdade. A peça foi publicada pela Embaixada do Irã na Tunísia no X, com a legenda “Um front. Uma luta”.
No vídeo, a Estátua da Liberdade avança em direção ao Cristo no Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e as estruturas iniciam um confronto. O Cristo desfere socos, resiste a ataques e, ao final, lança a estátua morro abaixo antes de retornar à posição com os braços abertos.
A postagem gerou comentários variados entre usuários brasileiros, incluindo memes e manifestações de apoio ao Irã, bem como críticas aos Estados Unidos. As peças de propaganda iraniana têm sido usadas para retratar disputas com Washington em meio a tensões entre os dois países.
Propaganda e reação online
A divulgação ocorre em meio a tensões regionais e a uma série de conteúdos de propaganda nas redes. Autoridades iranianas apontam que negociações recentes envolvem ataques israelenses ao Líbano e defendem que qualquer acordo de paz seja abrangente para todos os atores do conflito.
Nas últimas semanas, o tema também ganhou atenção no cenário diplomático, com a proximidade de negociações envolvendo EUA e aliados. Em meio a esse contexto, a publicação reforça a tônica de rivalidade entre as nações indicadas.
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