- Marco Rubio afirmou que o Brasil é exceção em uma América Latina cheia de aliados dos EUA, durante depoimento no Comitê de Relações Exteriores do Senado.
- O secretário de Estado dos EUA disse que há uma coalizão de mais de uma dezena de países amigos aos EUA na região, para questões de segurança e prosperidade econômica.
- Rubio citou Nicarágua, Cuba e Venezuela como exceções nessa integração regional, e comentou que o Brasil está em meio a um ciclo eleitoral.
- Ele mencionou o governo de Gustavo Petro na Colômbia como problemático, em sua avaliação.
- O chanceler americano afirmou que é preciso operacionalizar a coalizão em ações após anos de negligência, com a entrada de China e outras potências no Hemisfério Ocidental.
Marco Rubio afirmou que o Brasil é uma exceção em uma América Latina “cheia de aliados dos EUA”. O comentário foi feito durante um depoimento de Rubio ao Comitê de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos nesta terça-feira (2).
O secretário de Estado dos EUA disse que a região vive uma coalizão de países amigos, com mais de uma dezena de nações alinhadas a questões de segurança e, ainda, à prosperidade econômica. Segundo ele, há uma parceria que acompanha interesses dos EUA.
Rubio citou especificamente alguns países da região ao mencionar o cenário atual. Entre eles, comentou a situação da Nicarágua, de Cuba e da Venezuela, que apresentariam desafios, além do que classificou como ciclo eleitoral no Brasil.
O governante também mencionou o governo da Colômbia, afirmando que o presidente Gustavo Petro tem apresentado dificuldades, sem detalhar casos. No conjunto, o chanceler ressaltou que a região tende a ter uma direção favorável aos EUA.
O deputado afirmou ainda que os EUA precisam operacionalizar essa coalizão por meio de ações concretas, após dois décadas de menor atuação no Hemisfério Ocidental. Segundo Rubio, potências como a China ampliaram sua presença na região.
A fala ocorreu em momento em que o governo americano busca fortalecer parcerias regionais e ampliar a cooperação em questões de segurança e economia, conforme o depoimento ao Senado. Rubio enfatizou a necessidade de alinhamento prático entre os países.
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