- a china afirmou que não existe trabalho forçado no país e rejeita usá-lo como pretexto para manipulação política.
- o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, mao ning, fez as declarações durante briefing em pequim nesta quarta-feira.
- o governo disse que questões comerciais com os estados unidos devem ser resolvidas por meio de negociações.
- a resposta veio após uma investigação americana que já é vista como pretexto para tarifas.
China rejeita alegação de trabalho forçado e critica investigação dos EUA como pretexto para tarifas. Em coletiva de imprensa em Pequim, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, afirmou que o trabalho forçado não existe na China e que isso não pode ser usado como justificativa política.
Ela ressaltou que questões comerciais entre China e Estados Unidos devem ser resolvidas por meio de negociações e consultas entre os dois países, sem recorrer a manobras políticas.
A declaração ocorre em meio a tensões comerciais entre as duas nações, com Washington avaliando medidas de tarifas e possíveis impactos sobre a cadeia global de suprimentos. O governo chinês exige diálogo direto para esclarecer divergências.
Segundo Mao Ning, é essencial evitar acusações infundadas e manter o canal diplomático aberto para tratar de questões comerciais de forma objetiva e baseada em fatos. A China permanece disposta a discutir condições de comércio justas.
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