- EUA anunciaram sobretaxa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros, elevando a taxação total a até 37,5% quando somada à tarifa de 25%.
- A justificativa é a alegação de falta de ações do Brasil contra o trabalho forçado na cadeia de suprimentos.
- A medida atinge o Brasil e mais 53 países; outros seis seriam atingidos por sobretaxa de 10%.
- O plano passará por consulta pública e itens como carne bovina, suco de laranja e café podem ficar isentos.
- O Brasil mantém negociações com os EUA em 30 dias, com críticas internacionais de China e União Europeia e uma delegação brasileira em Washington.
Os Estados Unidos anunciaram nova tarifa contra o Brasil nesta quarta-feira, alegando trabalho forçado na cadeia produtiva brasileira. A sobretaxa é de 12,5% sobre produtos nacionais, somando à cobrança de 25% já anunciada, chegando a 37,5%.
A medida usa a mesma base legal da tarifa anterior e aponta insuficiência de ações brasileiras para impedir importação de itens fabricados com trabalho forçado. O objetivo é reduzir a vantagem competitiva de empresas americanas.
O plano ainda está em consulta pública. Alguns produtos brasileiros ficam isentos, como carne bovina, suco de laranja e café, conforme o anúncio inicial.
Reações e desdobramentos
A proposta gerou críticas internacionais. A China rejeitou as acusações sobre trabalho forçado. A União Europeia classificou as tarifas como injustificadas.
Parlamentares brasileiros estão em Washington para reuniões com diplomatas e congressistas, dentro do prazo de 30 dias acordado entre Lula e Trump para negociações.
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