- O Departamento de Justiça dos Estados Unidos prendeu Jamshid Ghomi, CEO da Faraz Pardaz Rayaneh, na quarta-feira, 3 de junho de 2026.
- Ghomi é acusado de fornecer equipamentos de ponta para as Forças Armadas do Irã por mais de uma década, por meio da empresa sediada na Califórnia.
- As autoridades apontam que as transações violaram as sanções que proíbem o Irã de fazer negócios com empresas norte-americanas.
- Segundo o procurador assistente Bill Essayli, Ghomi é acusado de auxiliar inimigos ao vender componentes de redes de computadores de origem americana para o Irã, lucrando milhões de dólares.
- Ghomi tem dupla cidadania (norte-americana e iraniana) e morava em uma mansão na Califórnia avaliada em US$ 35 milhões.
O Departamento de Justiça dos EUA prendeu Jamshid Ghomi, CEO da Faraz Pardaz Rayaneh, nesta quarta-feira, 3 de junho de 2026, na Califórnia. Ele é acusado de fornecer equipamentos de ponta para as Forças Armadas do Irã, violando sanções americanas.
Segundo autoridades, Ghomi utilizou a empresa por mais de uma década para vender tecnologia de redes ao Irã, operação sem autorização do Tesouro dos EUA. A prisão ocorre no contexto de ações de cumprimento a sanções.
Ghomi possui dupla cidadania, norte-americana e iraniana, e residia em uma mansão na Califórnia avaliada em cerca de 35 milhões de dólares. A casa é citada pelas autoridades como parte do perfil do empresário.
Acusações e contexto
As acusações apontam venda de componentes de redes de origem norte-americana para o Irã, com potencial lucro de milhões de dólares, segundo o Ministério Público dos EUA. A Faraz Pardaz Rayaneh não teve permissão para as transações.
Próximos passos legais
O caso segue para avaliação de acusações formais e eventual julgamento, com a definição de medidas cautelares e cronograma processual. As apurações ressaltam o reforço a sanções econômicas contra o Irã.
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