- A Petrobras estuda duplicar a capacidade de produção de fertilizantes no Brasil, em fase de viabilidade, segundo a presidente Magda Chambriard.
- A medida visa ampliar o mercado para o gás natural proveniente do pré‑sal, buscando maior venda do insumo pela empresa.
- A Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN‑III), em Três Lagoas (Mato Grosso do Sul), está em retomada de obras; última parte em assinatura de contratos, com conclusão gradual até 2029 e obras ainda neste ano; o projeto estava 85% concluído antes da paralisação.
- A UFN‑III fica sob a influência da Transportadora Brasileira de Gasoduto Bolívia‑Brasil e pode receber ofertas futuras, como o Rota 3.
- Quando as quatro fábricas de fertilizantes operarem, a Petrobras poderá atender cerca de 35% da demanda nacional de fertilizantes nitrogenados, conforme a executiva.
Petrobras estuda dobrar a capacidade de produção de fertilizantes no Brasil. A avaliação, conduzida pela presidência da empresa, ocorre em fase de viabilidade e visa ampliar o uso de gás natural, especialmente o produzido no pré-sal, para abastecer o mercado interno. A declaração foi feita durante uma entrevista coletiva com foco técnico sobre a retomada da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III) em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul.
A diretoria informou que o projeto está ligado à área da Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG) e pode receber aportes futuros via o Rota 3, ampliando a conectividade de suprimento. A ideia é explorar, de forma integrada, plantas existentes com modernas soluções para reduzir custos operacionais.
UFN-III: status, contratos e cronograma
Magda Chambriard destacou que as obras da UFN-III, paralisadas desde 2014, devem ser retomadas ainda neste ano e concluídas de forma gradual até 2029. O empreendimento estava com 85% de construção concluída quando houve a interrupção.
Executivos afirmam que, ao operar as quatro fábricas de fertilizantes, a Petrobras poderá atender cerca de 35% da demanda nacional de fertilizantes nitrogenados. A projeção reforça a agenda de expansão de mercado associada à produção de gás natural.
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