- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o governo ficou surpreso com documento do United States Trade Representative (USTR) que propõe tarifas de 25% sobre imports brasileiros.
- Lula afirmou que não aceitará o tratamento que o Brasil vem recebendo por parte dos EUA nesta semana.
- Em reunião ministerial, o presidente destacou que é um momento decisivo para fortalecer a democracia e o multilateralismo, e para que o Brasil não seja visto como uma republiqueta insignificante.
- A declaração foi feita durante uma reunião ministerial e está em atualização.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira, 3, que o governo federal foi surpreendido por um documento do USTR, órgão americano responsável pelo comércio, que propõe tarifas de 25% sobre importações brasileiras. A declaração ocorreu durante uma reunião ministerial.
Lula explicou que o Brasil não aceitará o tratamento oferecido pelos Estados Unidos na semana, destacando o momento como decisivo para reforçar a democracia brasileira e o multilateralismo no cenário global. O presidente ponderou que o país tem história e relevância internacional e não deve ser diminuído.
Segundo a fala do presidente, o Brasil busca assegurar que sua posição seja reconhecida no contexto internacional e evitar qualquer tratamento considerado inadequado por Washington. A pauta envolve relações comerciais, soberania econômica e o papel do Brasil no sistema multilateral.
Ainda sem dados oficiais sobre desdobramentos, representantes do governo federal disseram que a reação às medidas propostas pelo USTR será coordenada com aliados e setores produtivos. A expectativa é de que haja diálogo diplomático para esclarecer a proposta de tarifas.
A imprensa acompanha a repercussão das declarações de Lula e os próximos passos do governo em relação aos sinais de alinhamento com o comércio internacional e à defesa dos interesses nacionais. Em atualização.
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