- Lula afirmou, em reunião ministerial, que vai ao G7 na França, após o aumento de tensões com os EUA por tarifas sobre produtos brasileiros.
- A cúpula contará com a presença de Donald Trump, segundo confirmação do presidente norte‑americano, abrindo espaço para retomada do diálogo.
- Lula disse que enviará uma nova carta a Trump para rebater os argumentos usados para justificar as tarifas.
- O presidente voltou a defender o fortalecimento da Organização das Nações Unidas e a ampliação da representatividade no Conselho de Segurança.
- O Planalto vê o G7 como oportunidade de retomar coordenação com os EUA; há previsão de reunião de representantes brasileiros e norte‑americanos em Paris durante evento da OCDE, com a participação do chanceler Mauro Vieira e de Jamieson Greer.
Lula afirmou que vai à cúpula do G7 após o aumento de tensões entre Brasil e Estados Unidos. O encontro, na França, é visto como oportunidade para defender mecanismos multilaterais e o diálogo global. A decisão foi anunciada durante reunião ministerial no Palácio do Planalto.
O presidente mencionou que enviará uma nova carta ao presidente dos EUA, em resposta aos argumentos usados para justificar as tarifas aos produtos brasileiros. Ele sinalizou que pretende esclarecer pontos considerados equivocados pela Casa Branca.
Segundo o governo, o objetivo é manter o diálogo com Washington e fortalecer a cooperação internacional, especialmente em temas multilaterais. A viagem também ocorre após aproximações com a agenda da ONU e do Conselho de Segurança.
G7 E RELAÇÃO COM OS EUA
O G7, cujos líderes se reúnem na França, contará com a presença de Lula, convidado pelo presidente francês Emmanuel Macron. Trump confirmou participação, abrindo espaço para nova rodada de diálogo entre as partes.
Planalto vê a cúpula como oportunidade para discutir o fortalecimento de instituições internacionais diante de disputas comerciais. Representantes brasileiros e norte‑americanos devem se encontrar em Paris, em evento da OCDE, para tratar de temas bilaterais.
REUNIÃO MINISTERIAL
Durante a reunião, Lula pediu maior coordenação entre ministérios e mais agilidade na implementação de programas. A Secretaria da Casa Civil passa a centralizar inaugurações e anúncios, segundo ele, para evitar vazamentos e atrasos.
O presidente enfatizou a necessidade de comunicação interna eficaz, mencionando a importância de não depender de veículos de imprensa para divulgar decisões. A fala ocorreu em meio a críticas sobre o desalinhamento entre a Esplanada e o Planalto.
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