- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que decidiu ir à cúpula do G7 neste ano.
- A reunião do G7 em 2026 será entre 15 e 17 de junho, em Évian-les-Bains, França.
- Lula disse que não iria, mas decidiu ir para “colocar ordem na casa” e enfrentar o que chamou de desmontes do multilateralismo.
- A declaração ocorreu durante reunião ministerial no Palácio do Planalto.
- A fala acontece dois dias após órgão do governo dos Estados Unidos divulgar documento sugerindo novas tarifas sobre produtos brasileiros.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou nesta quarta-feira que irá à cúpula do G7, marcada para ocorrer entre 15 e 17 de junho de 2026, em Évian-les-Bains, França. Lula sinalizou que a participação busca “colocar ordem na casa” e frear o que chamou de desmontes no multilateralismo.
A decisão acontece dois dias após um órgão do governo americano divulgar documento com sugestão de impor tarifas adicionais a produtos brasileiros.
O anúncio ocorre em meio a tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos, com foco em manter a agenda diplomática brasileira diante de propostas de restrições comerciais internacionais.
Contexto internacional
Segundo o governo, o G7 reúne as sete maiores economias do mundo e a participação do Brasil ainda não está consolidada como pauta fixa para 2026. A reunião terá diễn entre o público e temas de cooperação econômica e segurança global.
O texto não traz informações sobre posições oficiais do Brasil para o encontro, apenas menciona a expectativa de participação do país e a reação a medidas tarifárias divulgadas nos últimos dias.
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