- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou presença na Cúpula do G7, que ocorre em Évian-les-Bains, França, entre 15 e 17 de junho, com a presença de Donald Trump já confirmada.
- Lula afirmou que decidiu ir ao evento para buscar “colocar ordem na casa” e enfrentar o desmonte do multilateralismo e a desvalorização das instituições.
- O presidente defendeu a necessidade de fortalecer a governança global, incluindo uma reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas com mais membros permanentes.
- Lula criticou o formato atual do G7, dizendo que a composição é excludente e desatualizada frente aos desafios atuais.
- Ele pediu a entrada de países como México e nações africanas, destacando que a geopolítica de 1945 não corresponde mais ao mundo de 2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou nesta quarta-feira que irá à Cúpula do G7, marcada para Évian-les-Bains, na França, entre 15 e 17 de junho. O encontro reunirá líderes internacionais e terá a presença anunciada do presidente dos EUA, Donald Trump.
Lula afirmou que decidiu ir ao G7 para buscar uma resposta às crises mundiais por meio da reforma da governança global, em vez de desmantelar a cooperação multilateral. O objetivo é fortalecer instituições internacionais, principalmente a ONU.
O chefe do Executivo sinalizou que a participação brasileira pretende defender uma ampliação do Conselho de Segurança, com mais membros permanentes, incluindo países da América Latina e África. Ele criticou o formato atual do G7 como excludente.
Segundo o presidente, a geopolítica atual não condiz com a de 1945, data de criação do G7. O Brasil já tem enfatizado a necessidade de mudanças para ampliar representatividade e participação na tomada de decisões globais.
Detalhes sobre a agenda específica do Brasil na cúpula ainda não foram divulgados. A preparação envolve questões de cooperação econômica, clima, comércio e segurança internacional, temas com foco na visão brasileira de governança mundial.
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