- Começa a valer a decisão dos EUA de classificar as organizações PCC e Comando Vermelho como terroristas internacionais.
- Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, deixa a prisão após perdão judicial.
- Justiça do RJ condena Jairinho a mais de 43 anos pela morte de Henry Borel.
- Presidente da Ucrânia propõe encontro com líder russo para negociar o fim da guerra.
- INSS analisa pedidos de pensão para órfãos de vítimas de feminicídio.
O governo dos Estados Unidos passou a vigorar nesta quinta-feira a classificação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais. A decisão foi anunciada pelo governo norte-americano e entra em efeito no território dos EUA e em jurisdições que reconhecem a designação. A medida visa ampliar controles financeiros e facilitar ações legais contra integrantes e apoiadores.
A designação marca uma definição oficial sobre as duas facções, ampliando o arcabouço de sanções e cooperação internacional no enfrentamento a atividades ligadas ao crime organizado violento. Autoridades americanas indicam que o status de organização terrorista facilita rastrear fontes de financiamento, além de aumentar a cooperação com outros países em operações e investigações. A decisão chega em um momento de atenção global sobre atividades dessas autoridades no exterior.
Além desta notícia, a edição apresenta outros destaques da semana. Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, deixou a prisão após perdão judicial, conforme registro da Justiça. A Justiça do RJ condenou Jairinho a mais de 43 anos de prisão pela morte da criança, em desdobramento do mesmo caso. Em outro âmbito, o presidente da Ucrânia propôs um encontro com o líder russo para tratar de negociações para o fim da guerra. Também há informações sobre avanços do centro de quarentena para ebola no Quênia, gerando controvérsia. Por fim, o INSS começou a analisar pedidos de pensão para órfãos de vítimas de feminicídio.
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