- John Bolton deve se declarar culpado em um acordo federal por retenção de informações de defesa nacional, ligado a documentos classificados.
- O acordo prevê uma multa de US$ 2,25 milhões; não há recomendação de pena de prisão no entendimento, mas cabe ao juiz decidir na sentença.
- A reabertura do caso está marcada para 26 de junho, e o acordo precisa ser aprovado por um juiz para ser finalizado.
- Bolton foi indiciado no ano passado em 18 acusações por manuseio inadequado de material classificado, relacionadas a entradas em um diário durante seu período como assessor de segurança nacional.
- A pena máxima prevista é de até 60 meses de prisão; o acordo envolve documentos supostamente de alto nível de classificação, incluindo informações de defesa national.
John Bolton, ex-conselheiro de Segurança Nacional de Donald Trump, chegou a um acordo para prestar clemência em um caso federal de documentos classificados, segundo duas pessoas familiarizadas com o assunto. Adragência envolve uma das acusações, com acordo para uma confissão parcial.
Ele deverá se declarar culpado em uma única acusação de retenção de informações de defesa nacional e pagará uma multa de 2,25 milhões de dólares, segundo as fontes, que pedem anonimato para tratar do acordo ainda não tornad público. A confirmação oficial não foi fornecida de imediato.
O acordo dependerá da aprovação de um juiz para ser finalizado. Bolton foi indiciado em outubro do ano passado pelo manejo inadequado de material classificado, incluindo documentos com classificação de topo.
Detalhes do acordo
A substituição de 18 acusações por uma confissão parcial envolve entradas de diário feitas durante o período em que Bolton atuou como conselheiro de Trump. A pena máxima prevista para a acusação é de até 60 meses de prisão, mas o acordo não prevê prisão.
A audiência de reabertura de instruções está marcada para 26 de junho, quando Bolton deve reconhecer a culpa perante o tribunal. O Departamento de Justiça não comentou o veredito até o momento, e o tribunal ainda precisa aprovar o acordo.
Bolton deixou o governo em 2019 e tornou-se crítico público de Trump após a saída. O caso se soma a outras investigações envolvendo opositores do ex-presidente, que também enfrentam ações judiciais de alto nível.
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