- A AtlasIntel aponta que 54,8% dos brasileiros têm visão negativa de Donald Trump, e 41,7% viewpoints positiva.
- Entre os eleitores de Jair Bolsonaro em 2022, 85,1% têm avaliação positiva de Trump; já entre quem apoiou Lula, 96,9% demonstram visão negativa.
- A rejeição a Trump aumentou ou manteve-se alta nos últimos doze meses, com pico em julho de 2025, quando 63,2% viam-no de forma negativa por causa de tarifas sobre importações brasileiras.
- A percepção sobre os Estados Unidos é mais estável, com 50,5% de avaliação positiva e 46,4% negativa, manteve-se próximo a janeiro de 2025.
- Sobre a possibilidade de intervenção dos EUA nas eleições de 2026, 36,5% estão muito preocupados, 45,5% não estão nada preocupados; a pesquisa ouviu 1.237 eleitores entre 30 de maio e 3 de junho de 2026, com margem de erro de 3 pontos percentuais.
A visão dos brasileiros sobre Donald Trump manteve-se negativa, ainda que com melhora recente. A AtlasIntel aponta que 54,8% têm visão negativa do presidente dos EUA, enquanto 41,7% demonstram opinião positiva.
Entre eleitores, o apoio a Trump é discrepante conforme o voto de 2022. Quem votou em Jair Bolsonaro registra 85,1% de avaliação positiva. Já os eleitores de Lula demonstram maior desconfiança, com 96,9% avaliando negativamente o líder americano.
A percepção de melhora ao longo de doze meses é destaque. Em julho de 2025 houve o maior nível de desaprovação, 63,2%, quando a Casa Branca anunciou tarifa de 50% sobre importações brasileiras. Nesse período, 31,9% tinham avaliação positiva.
Em termos de país, a opinião sobre os Estados Unidos aparece mais estável, porém ainda dividida. 50,5% veem o país de forma positiva, 46,4% de forma negativa, números estáveis desde janeiro de 2025, quando Trump reassumiu a presidência.
Sobre a intervenção dos EUA nas eleições de 2026, 36,5% dizem estar muito preocupados, 45,5% não estão nada preocupados, e 10,9% estão pouco preocupados. O dado reflete a sensação geral de risco político entre os brasileiros.
A pesquisa entrevistou 1.237 eleitores no Brasil entre 30 de maio e 3 de junho de 2026. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com confiança de 95%.
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