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EUA avaliam liberar compra individual de petróleo russo

EUA estudam liberar compra individual de petróleo russo por país, com isenções caso a caso, mantendo pressão econômica sobre Moscou

Segundo Bessent, a Rússia obteve pouca receita adicional com as permissões de importação dadas pelos EUA a países aliados
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  • O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse que o governo avalia autorizações de compra de petróleo russo de forma individualizada por país, em vez de liberá-lo de forma ampla.
  • As isenções seriam concedidas caso a caso a países aliados, mantendo as sanções vigentes para o petróleo russo transportado por via marítima.
  • Bessent afirmou que a Rússia obteve pouca receita adicional com as permissões de importação já liberadas para alguns países aliados.
  • Sobre um projeto de lei com tarifa de 500% sobre importações russas e países que apoiam Moscou, ele disse que a alíquota elevada funciona como embargo na prática.
  • Durante a audiência, o secretário reiterou apoio à Ucrânia; o congressista Brian Fitzpatrick afirmou que pretende retomar as conversas sobre o tema e criticou a atuação anterior de Washington.

O governo dos Estados Unidos avalia liberar a compra individual de petróleo russo por país aliado, em vez de adotar uma liberação ampla. A informação foi dada pelo secretário do Tesouro, Scott Bessent, em depoimento à Comissão de Orçamento e Finanças em 4 de junho de 2026.

Bessent disse que as isenções concedidas a países aliados não geraram grande receita adicional para a Rússia. questionado sobre um projeto de lei que prevê tarifas de 500% sobre importações russas, o secretário afirmou que a alíquota equivalente a embargo coíbe o fluxo comercial.

Outra linha de questionamento tratou da atuação de países vulneráveis durante encontros do FMI e do Banco Mundial, quando houve pedidos de extensão das isenções originais. Bessent também expressou apoio dos EUA a Kiev e lembrou a posição do governo anterior sobre o conflito.

Contexto das isenções e tarifas

Durante a sabatina, o secretário reiterou que a política de sanções busca pressionar Moscou sem banir totalmente o comércio de forma indiscriminada. O debate envolve impactos econômicos e estratégicos para aliados e terceiros países.

Fitzpatrick disse, após a audiência, que o tom de Bessent parecia defensivo e que pretende retomar as conversas sobre o tema. O congressista afirmou que sanções econômicas mais severas são vistas como instrumento eficaz para pressionar a gestão de Vladimir Putin.

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