- França vai apoiar o cessar-fogo entre Israel e Líbano e trabalhar pela paz, combate ao terrorismo e soberania do Líbano.
- Macron disse que a França está disponível para avançar nesse caminho e divulgou um mecanismo de coordenação com os Estados Unidos para monitorar o acordo.
- O acordo, estabelecido em Washington, condiciona o cessar-fogo à suspensão dos ataques do Hezbollah contra Israel; o grupo não participou das negociações.
- O líder do Hezbollah, Naim Qassem, rejeitou os termos anunciados.
- Em comunicado oficial, o governo francês pediu implementação rápida: Hezbollah deve encerrar operações e se retirar do setor sul de Litani; Israel deve encerrar operações e se retirar do território libanês.
França deve apoiar o cessar-fogo entre Israel e Líbano, segundo o presidente Emmanuel Macron. A declaração ocorreu durante contato com jornalistas, em meio a discussões sobre um acordo regional para reduzir a violência.
Macron mencionou o funcionamento de um mecanismo de coordenação entre Paris e Washington para monitorar a implementação do cessar-fogo. O objetivo é acompanhar a suspensão de ataques e a restauração da soberania libanesa.
O acordo, negociado em Washington, condiciona o cessar-fogo à interrupção das ações do Hezbollah contra Israel. O grupo não participou das negociações, e seu líder, Naim Qassem, não acatou os termos.
Em comunicado oficial, o governo francês pediu que todas as partes cumpram o tratado o mais rápido possível. O texto destaca que o Hezbollah deve encerrar operações, deixar o setor sul de Litani e abrir caminho para as Forças Armadas Libanesas.
Ainda segundo o documento, o exército israelense deve encerrar operações e iniciar a retirada do território libanês, para que o território seja plenamente soberano. A França reforça o compromisso com a estabilidade regional.
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