- O 14º Fórum de Lisboa ocorreu de 1º a 3 de junho, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, promovido pelo ministro Gilmar Mendes.
- A edição ficou mais globalizada, com recorde de palestrantes internacionais e menos autoridades brasileiras presentes.
- O Poder360 acompanhou os três dias e divulgou vídeos e reportagens das atividades.
- No primeiro dia, temas incluíram regulação internacional das big techs, uso da IA nas eleições e soberania de dados.
- Nos dias seguintes, o debate girou em torno de IA, regulação de redes sociais, e acordos para reduzir litígios.
O 14º Fórum de Lisboa, promovido pelo ministro Gilmar Mendes, do STF, ocorreu de 1º a 3 de junho na FDUL, Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em Portugal. O evento reuniu palestrantes nacionais e internacionais para debater temas jurídicos, tecnológicos e políticos.
Nesta edição, o formato ganhou fôlego global. Houve recorde de nomes internacionais e presença reduzida de autoridades brasileiras, em ano de eleição. A organização destacou a pluralidade de temas e debates sobre IA, regulação e soberania digital.
O encontro é conhecido como Gilmarpalooza, uma alusão ao festival musical Lollapalooza. Em 2026, o foco passou a incorporar questões globais, com exposições sobre regulação de big techs, uso de IA nas eleições e disputas entre políticas nacionais e precedentes internacionais.
Mudanças de tema e panorama internacional
Durante os três dias, participantes discutiram regulação de IA, redes sociais e governança digital em âmbito mundial. Relatos indicaram posições sobre regulação internacional, regras para plataformas e impactos tecnológicos na esfera pública.
Além disso, entrevistas e debates abordaram estratégias de soberania digital, dados centers e impactos econômicos de decisões regulatórias. A cobertura completa está disponível para quem acompanhar as reportagens e os vídeos do evento.
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