- Zelensky classificou a resposta de Putin à carta aberta que propunha uma reunião direta como “fraca” e afirmou que Moscou quer manter o conflito.
- O presidente ucraniano disse que, com a resposta, a Rússia mais uma vez escolhe a guerra e não quer encerrar o conflito.
- Putin afirmou não ver motivos para um encontro neste momento, chamou a carta de observações grosseiras e disse que não haveria diálogo neste momento.
- Apesar disso, o líder russo disse que a Rússia busca uma solução diplomática baseada em entendimentos discutidos com Donald Trump e que as tropas continuam avançando no campo de batalha.
- Zelensky destacou a articulação com aliados europeus e americanos e informou avanços na troca de prisioneiros: cento e oitenta e seis ucranianos voltaram para casa, principalmente militares, vindos de Donetsk, Kharkiv e Luhansk.
Volodymyr Zelensky afirmou que a resposta de Vladimir Putin à carta aberta, na qual propôs uma reunião direta para discutir o fim da guerra, foi fraca. O chefe de Estado ucraniano disse que Moscou demonstra novamente distanciamento do objetivo de encerrar o conflito.
Putin reagiu à proposta dizendo não ver motivos para um encontro neste momento. Segundo o líder do Kremlin, a carta contém observações grosseiras e não indica uma intenção séria de diálogo. Ainda assim, ele reiterou disposição para buscar uma solução diplomática, desde que baseada em entendimentos recentes com os EUA.
Zelensky destacou a atuação diplomática da Ucrânia com aliados europeus e americanos, afirmando que novas reuniões internacionais e medidas de apoio estão em preparação. O presidente ressaltou o esforço de coordenação para proteger vidas.
Diplomacia e apoio internacional
A Ucrânia continua buscando apoio de parceiros que visem ampliar medidas de assistência e pressão diplomática sobre Moscou, com foco em reduzir riscos e ampliar a capacidade de defesa.
Trocas de prisioneiros
Zelensky informou avanços em uma nova rodada de libertação de militares e civis. Segundo ele, 186 ucranianos retornaram ao país, após prisões em diferentes frentes, incluindo Donetsk, Kharkiv e Luhansk.
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