- A Coreia do Norte reafirmou que não abrirá mão de seu status de potência nuclear e disse que não tolerará ameaças, segundo a KCNA.
- Xi Jinping deve visitar a Coreia do Norte nesta segunda-feira, pela primeira vez em quase sete anos, para fortalecer laços bilaterais.
- O presidente chinês se reunirá com Kim Jong Un para discutir relações entre os dois países e questões de interesse comum, conforme o Ministério das Relações Exteriores da China.
- Kim Yo Jong chamou de falsas as alegações dos EUA de que Xi e Donald Trump teriam discutido desnuclearização em uma cúpula, afirmando possuir informações precisas sem detalhar.
- Ainda nesta semana, a Coreia do Norte inaugurou uma nova fábrica de produção de material nuclear, com analistas vendo objetivo de ampliar o arsenal e fortalecer posição em negociação.
Coreia do Norte reafirmou seu status nuclear, dizendo que não abrirá mão de sua potência atômica. A afirmação veio via KCNA, agência estatal, antes da visita anunciada de Xi Jinping a Pyongyang. O alvo é mostrar firmeza diante de pressões externas.
Kim Yo Jong, irmã do líder Kim Jong Un, ressaltou que qualquer ameaça será rejeitada e classificou como falsas as declarações sobre desnuclearização atribuídas a Xi e a Donald Trump. O texto enfatiza a continuidade da política nucelar.
Viagem de Xi Jinping a Pyongyang
Xi Jinping visitará a Coreia do Norte nesta segunda-feira, primeira vez em quase sete anos. O objetivo é fortalecer laços bilaterais entre China e Coreia do Norte e discutir questões de interesse comum, conforme o Ministério das Relações Exteriores da China.
Contexto e desdobramentos
No início da semana, Pyongyang inaugurou uma nova fábrica de produção de material nuclear. Kim Jong Un defendeu uma expansão expressiva do arsenal, medida vista por analistas como forma de aumentar a posição de negociação antes da cúpula Xi-Kim. Especialistas apontam que a instalação de enriquecimento de urânio reforça o poder de barganha do regime.
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